A marca pretende lançar mais 34 lojas em todo o mundo e o que mais chama atenção é que, de acordo com a própria McLaren, sua produção dos próximos 24 meses está vendida. O esportivo sai de fábrica com motor V8 3.8 de 592 cv de potência e 61,3 kgfm de torque. Tem como principal concorrente a Ferrari 458 Italia, de 570 cv.
A marca pretende lançar mais 34 lojas em todo o mundo e o que mais chama atenção é que, de acordo com a própria McLaren, sua produção dos próximos 24 meses está vendida. O esportivo sai de fábrica com motor V8 3.8 de 592 cv de potência e 61,3 kgfm de torque. Tem como principal concorrente a Ferrari 458 Italia, de 570 cv.
O carro é um compacto com apelo fora de estrada. Em maio de 2010 Autoesporte esteve na China e teve a oportunidade de fazer uma rápida avaliação do modelo. “O interior demonstra a busca da Chery por uma identidade própria, com direito a ousadias na disposição dos itens do painel de instrumentos e nos botões”, relatou o repórter Alberto Cataldi.
Com o mesmo motor do utilitário esportivo Tiggo, o S18 se mostrou um pouco mais ágil por ser mais leve. “O resultado é um compacto que responde bem nas acelerações e perde menos tempo nas retomadas. O que atrapalha a experiência é a falta de estabilidade, resultado direto da distância do solo. Fazer uma curva mais fechada não transmite segurança e as irregularidades do solo chegam à cabine com força”, concluiu Cataldi depois de ter dirigido o carro.
Testada por Autoesporte, a Brasília causou boa impressão. “Trata-se de um carro bem acertado, faltando apenas resolver o problema do ruído interno” dizia o texto da reportagem da versão equipada com dupla carburação, em julho de 1975. De fato, pelo fato do motor ficar dentro do habitáculo, coberto apenas por uma tampa removível, o barulho incomodava, principalmente em viagens longas.
Com um pouco mais de um ano nas lojas, o modelo da Volkswagen já era um sucesso, com 126 mil unidades vendidas anualmente. Os compradores eram jovens e pequenas famílias, já que o espaço para bagagem não estava entre os pontos fortes do carro. Havia espaço apenas sob a tampa dianteira, como no Fusca.
Atrás dos bancos traseiros, em cima da tampa do motor, era arriscado levar algo porque o objeto poderia cair em cima dos passageiros. Mas ninguém poderia reclamar a área envidraçada, que ajudava bastante nas manobras do dia a dia. Bem aceita, a Brasília levou quase cinco anos depois do lançamento para receber alguma modificação mais significativa.
Tudo corrida bem com a Brasília, quando a Volkswagen resolveu lançar o Gol, em maio de 1980. Mais moderno e atraente, o novato foi se impondo no mercado. Mesmo renovado e com mais equipamentos, o carro que iria ser o herdeiro do Fusca acabou resistindo apenas até março de 1982, com um milhão de unidades produzidas e 950 mil vendidas no Brasil. Por ironia do destino, o besouro continuou sendo produzido até 1986, convivendo com o Gol e voltou a ser produzido em São Bernardo do Campo (SP) entre 1993 e 1996.
Agora a marca pretende lançar uma espécie de “Grand Evoque”, que deve ficar entre as duas últimas linhas e custará mais barato que o Evoque, modelo que chega ao Brasil em outubro por cerca de R$ 200 mil.
Segundo a revista, o novo SUV poderia assumir um posicionamento de mercado semelhante ao do BMW X6. Ele utilizará uma versão alongada da mesma plataforma LR-MS do Evoque. A possibilidade é que o carro seja equipado com motores 2.2 SD4 turbodiesel e 2.0 a gasolina. Ainda segundo a reportagem, a motivação da montadora em investir em mais um carro se deve à crescente procura por esse tipo de veículo no mercado chinês e norte-americano.
A última unidade do Bugatti Veyron 16.4 Grand Sport foi vendida a um cliente na Europa. O anúcio foi feito pela própria Bufgatti, nesta sexta-feira (24). Ao todo, foram produzidas 300 unidades do supercarro. O próximo modelo que a marca lançará para substituir o carro mais rápido do mundo ainda é mantido em extremo sigilo. O primeiro Veyron foi lançado em 2003 e tem quebrando recordes de velocidade até então.
Velocidade atingida graças à aerodinâmica do carro combinada ao motor de dezesseis cilindros em W 8.0 com 1.200 cavalos de potência e 152,9 kgfm de torque. O carro é montado manualmente na sede da empresa em Molsheim (França).
No Brasil, o modelo é vendido a R$ 7,7 milhões.
São 16 marchas de série na versão mais potente (460 cv) disponibilizadas nas configurações 4x2, 6x2 e 6x4. Combinação entre motor e câmbio permite até 7% mais economia que a versão de transmissão manual do modelo
Disponível como equipamento de série no modelo de maior potência da gama Stralis NR (460cv), a nova transmissão amplia em até 7% a economia de combustível quando comparado ao modelo manual, compõe o mais eficiente sistema de freio motor da categoria (até 985cv de potência de frenagem) e, de quebra, eleva automaticamente o nível médio dos motoristas, garantindo maior ganho operacional para os frotistas.
“Ouvimos o cliente mais uma vez”, explica Marco Mazzu, presidente da Iveco Latin America. “O resultado é um produto excelente, econômico, de grande segurança, com reduzido custo operacional e que permite às empresas profissionalizar automaticamente suas frotas, conquistando maior lucratividade na operação”.
Já disponível na rede da marca, o Iveco Stralis NR Eurotronic pode vir nas versões 4x2, 6x2 e 6x4 e atende à crescente preferência pela transmissão automatizada entre os extrapesados: estima-se que cerca de 40% dos caminhões do segmento vendidos em 2010 saíram de fábrica com esse tipo de equipamento.
“A expectativa é vendermos mais de 3 mil unidades do Iveco Stralis NR Eurotronic no Brasil em 2011”, informa Alcides Cavalcanti, diretor de Vendas e Marketing da Iveco. Esse volume corresponde a cerca de 40% do volume total da gama Stralis NR previsto para o ano. “Com isso, esperamos ultrapassar 15% de participação entre os extrapesados em 2011”.
Segundo Cavalcanti, um dos grandes apelos da transmissão automatizada é que ela eleva e equaliza o nível técnico dos motoristas e, com isso, reduz o consumo médio e o custo de manutenção e aumenta muito a segurança das frotas.
Em sua primeira utilização no Brasil em veículos comerciais, a caixa ZF AS-Tronic (como é chamada pelo fabricante) é o “estado da arte” em transmissão automatizada. Sua aplicação no Iveco Stralis NR Eurotronic foi precedida de um inédito trabalho de parceria entre a Iveco e a ZF, para a sincronização das centrais eletrônicas do motor e da transmissão, fazendo com que o conjunto powertrain trabalhe como se fosse um só, maximizando tanto a eficiência energética quanto o poder de frenagem de ambos. “Este é mais um exemplo da maturidade da engenharia brasileira da Iveco”, opina Renato Mastrobuono, diretor de Desenvolvimento de Produto da empresa. “Nossos testes mostram que conseguimos juntar menor consumo e mais segurança no mesmo pacote”, diz Mastrobuono.
Lançada em 2005, a família Stralis foi reformulada em 2007. E, em 2010, com a chegada da versão NR, ganhou um renovado powertrain (maior potência e torque, menor consumo, melhor freio motor, relação reduzida opcional de eixo traseiro), tanque em alumínio com capacidade de até 900 litros, espelho retrovisor elétrico, para-lama tripartido, econômetro, defletores de ar de teto e lateral e intarder.
Agora acontece a chegada do Stralis NR Eurotronic, com a manutenção dos benefícios anteriores e adição da caixa automatizada, ampliando as opções para o Stralis, modelo que que já ultrapassou a marca de 20 mil unidades comercializadas em território brasileiro.
Transmissão sem embreagem - Tecnicamente, a caixa AS-Tronic da ZF é uma caixa automatizada, que funciona por meio da automatização da embreagem, da seleção e do engate de marchas (e não por meio de um conversor de torque), mas oferece ao motorista do Iveco Stralis NR Eurotronic a sensação de estar dirigindo um verdadeiro automático.
O acionamento da transmissão se dá por meio de teclas no painel (com a tradicional nomenclatura “D”, “N”, “R”). E o sistema elimina completamente a necessidade do pedal de embreagem. “Basta apertar a tecla D e acelerar. O câmbio automatizado funciona de forma inteligente e escolhe a marcha certa para a hora certa, com engates suaves e precisos, permitindo uma condução mais confortável, econômica e eficiente do caminhão”, explica Cristiane Nunes, gerente de Marketing de Produto da Iveco.
O crescimento da família - Com o modelo Iveco Stralis NR Eurotronic, a gama Stralis NR chega a 22 versões disponíveis no mercado brasileiro, sem contar as possíveis variações de eixos e entre-eixos. São elas:
POTÊNCIA TRAÇÃO CABINE TOTAL
380cv 4x2 / 6x2 Teto alto e baixo 4 versões
410cv 4x2 / 6x2 / 6x4 Teto alto e baixo 6 versões
460cv 4x2 / 6x2 / 6x4 Teto alto e baixo 6 versões
460cv Eurotronic 4x2 / 6x2 / 6x4 Teto alto e baixo 6 versões
GAMA STRALIS NR - 22 VERSÕES
Essa flexibilidade de escolha permite a perfeita configuração para qualquer aplicação do transporte, com composições de até 9 eixos, como graneleiro, carga seca, basculante, baú carga geral, tanque, cegonheiro, baú frigorífico, porta-container, sider, canavieiro, tanque aço inox, entre outros.
Os Iveco Stralis NR de 460cv e 410cv, em 6x2 são indicados para puxar carretas convencionais de 3 eixos espaçados (“vanderleia”) com até 53 toneladas de PBTC (peso bruto total combinado). As versões em 6x4 são indicadas para puxar carretas bitrem de até 57 toneladas de PBTC e rodotrem bitrenzão, chegando a PBTC de até 74 toneladas. Já o Iveco Stralis 380NR é mais indicado para operar com carretas convencionais de 3 eixos em 4x2 e 6x2, podendo chegar também a PBTC de até 53 toneladas.
A Secretaria de Estado de Transportes e a de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, juntamente com a Ceg, MAN Latin America e Robert Bosch América Latina apresentam hoje, 10 de maio, ao governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, o protótipo Volksbus com tecnologia inovadora flex GNV+Diesel. O desenvolvimento faz parte do Programa Rio Transporte Sustentável, que busca garantir à capital fluminense e região um transporte mais eficiente e sustentável para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Na versão Privilége, o compacto tem indicador de marcha na tela do painel e logotipo na traseira. Chama a atenção também a opção de trocas sequenciais, como no Peugeot 207. O Sandero Automatic vai brigar com os automatizados Fiat Palio e Punto Dualogic e Volkswagen Gol e Polo iMotion, além do já citado Peugeot 207 e do Citroën C3, sendo estes últimos automáticos.
Nossa aposta está fundamentada e vamos obter uma resposta muito positiva nas vendas deste mês. Queremos emplacar mil unidades em julho”, explica Humberto Gandolpho Filho, diretor comercial da CN Auto. A Topic tem 9 metros cúbicos de capacidade de carga e transporta até 13 pessoas com um motor 2.0 a gasolina de 123 cv.
A Buick informou nesta quarta-feira (22) que o sedã LaCrosse será oferecido com motor 3.6 V6 (injeção direta de combustível e comando de válvula variável) que entrega 303 cavalos de potência e 36,5 mkgf de torque. Este bloco, segundo a montadora, é 23 cv mais potente que o anterior.
O ganho de potência está diretamente relacionado, de acordo com Tom de Sutter, engenheiro-chefe dos motores V6 da marca, com a utilização de materiais mais leves no propulsor e com o novo design dos pistões, que permite maior entrada de ar na câmara, proporcionando uma combustão mais eficiente.
"Estamos utilizando componentes é acessórios mais leves para melhorar a performance, eficiência e durabilidade do motor", explica Sutter. "Como resultado, há mais energia, sem sacrificar a economia de combustível", completou.
Por dentro, mudaram o tecido dos bancos e o quadro de instrumentos, que ganhou grafismo inédito e iluminação branca no lugar da antiga verde. Na mecânica, a única alteração está no isolamento dos amortecedores traseiros, mudança que deixou o compacto mais confortável. Os motores são os mesmos: 1.0 e 1.6.
O número de ônibus que compõem a ecofrota corresponde a cerca de 10% da frota. O Município diz que vai aumentar gradativamente o número de veículos ambientalmente sustentáveis. A Lei de Mudanças Climáticas (2009) prevê que todo o sistema de transporte público deve usar combustível renovável até 2018.
"É um projeto de modificação da matriz energética da cidade de São Paulo. Queremos acabar com o uso de combustível fóssil (diesel)", disse o secretário Marcelo Cardinale Branco.
| Prefeito Gilberto Kassab dirigindo um ônibus da Ecofrota |
Recursos. A Prefeitura afirma que vai usar o dinheiro arrecadado com as multas por falta de inspeção veicular para subsidiar os combustíveis menos poluentes e o investimento na frota adaptada. Desde dezembro, a fiscalização foi intensificada com o uso dos radares da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para flagrar os infratores. No entanto, ainda não foi divulgado um balanço das multas aplicadas pelos equipamentos.
"Se os recursos das multas forem escassos, e nós esperamos que não haja multa, então vamos complementar com recursos do orçamento para que o programa possa prosseguir", disse o prefeito Gilberto Kassab (DEM).
Segundo dados da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, todos os anos são registradas 12 mil internações e 875 mortes em decorrência de partículas inaláveis e ozônio.
O destaque, porém, fica para o novo Q4, que apostará em um design pra lá de arrojado sobre a plataforma do A4 para fazer frente ao novo Range Roger Evoque. Ele também terá como rival o futuro Porsche Cajun, utilitário menor que o Cayenne. A plataforma, inclusive, será a mesma em ambos os modelos do grupo Volkswagen e o lançamento deve ocorrer entre 2014 e 2015. O Q6 deve ser o último a chegar ao mercado e, como sugere o nome, terá o X6 como principal rival.
Em contato com a reportagem de Autoesporte, a Honda do Brasil negou qualquer possibilidade de interromper a fabricação do City na fábrica de Sumaré (SP). De acordo com a marca, cada mercado será abastecido com sua produção local. No entanto, segundo Carlos Cristófalo, do Argentina Auto Blog, a produção do City no Brasil será diminuída aos poucos até parar. A linha de montagem deve ser substituída pela da nova geração do Civic a partir de 2012.
ADITIVADA Ricardo Bock, professor de engenharia mecânica da Fundação Educacional Inaciana (FEI), explica a diferença entre esses tipos de gasolina. “A aditivada nada mais é que um combustível comum com a adição de um detergente que vai deixar o sistema de alimentação do veículo mais limpo, compreendendo componentes como o tanque de combustível, a bomba, o filtro, a própria linha de combustível e o sistema de injeção”, conclui.
Bock alerta os motoristas que compram um veículo com 10, 15 anos de uso e querem cuidar bem do carango usando o combustível aditivado. Ao longo do tempo, devido ao uso de combustível adulterado, no fundo do tanque de combustível vai se formando um resíduo. Segundo o professor, não raro o aditivo retira esse polímero, que é sugado pela bomba e acaba obstruindo o filtro. Nessa situação, se o motorista perceber o carro falhando, o melhor é levá-lo ao mecânico para, no mínimo, substituir o filtro e lavar o tanque. Caso contrário o prejuízo pode ser maior, afetando também a bomba. Por isso, Bock recomenda preventivamente aos caprichosos pelo menos a limpeza do tanque e a troca do filtro.
PREMIUM Já sobre a gasolina premium, de alta octanagem, ninguém passou nem perto. Por suas características, explica o professor, o uso da gasolina de alta octanagem é mais indicada para veículos importados, que têm taxa de compressão maior que as comumente usadas no Brasil. Se você tem um automóvel desse tipo e não usa gasolina premium, o que acontece? Segundo Bock, nada demais. Assim como nos carros flex, o sistema de injeção de combustível vai se autorregular eletronicamente, adotando um novo gerenciamento do ponto de ignição, dosagem de combustível, etc. Mas o aproveitamento máximo do desempenho do motor vai por água abaixo, perdendo em performance.
De Una, BA - A Iveco apresentou nesta quarta-feira (13) a nova versão do extrapesado Stralis, que agora conta com o inédito câmbio automatizado de 16 marchas, o diferencial do modelo. Segundo a marca, a nova transmissão reduz o consumo de combustível, pois as trocas de marchas são realizadas no momento certo, de acordo com a necessidade do momento. O conjunto é 70 kg mais leve do que a transmissão manual convencional.
O Stralis NR Eurotronic chega em três configurações: tração 4x2, 6x2 e 6x4, ambas com motor FPT Cursor 13, de seis cilindros, 13 litros e potência de 460 cv.
| Caixa automatizada pesa 70 kg menos que câmbio convencional |
Na estradaO Vrum andou na versão 6x4, rebocando um bitrem com peso total de 54 toneladas de minério de ferro (a capacidade é para até 74 toneladas). Na rodovia BA-001, entre os municípios de Ilhéus e Una, o motor mostrou bom desempenho, formando um casamento harmonioso com o câmbio ZF automatizado de 16 marchas. A elasticidade proporcionada permite que sempre se encontre a marcha certa para cada situação. Visando um melhor aproveitamento do consumo do combustível, o condutor pode optar em dirigir no modo Economy, que privilegia a economia de diesel. Se o motorista precisar de mais potência, para realizar uma ultrapassagem, por exemplo, basta pisar fundo no acelerador, que o sistema muda automaticamente para o modo normal.
| Carreta bitrem carregada com 54 toneladas de minério |
Outro sistema inteligente é o Downhill Control, um computador que faz a troca de informações entre as centrais eletrônicas do motor e da transmissão, proporcionando o melhor comportamento do veículo em qualquer situação.Segundo a Iveco, tudo isso pesa a favor do baixo consumo, fazendo o Eurotronic ser 7% mais econômico do que a versão com câmbio manual convencional.
| Na cabine, motorista tem todos os comandos na mão |
Parando
Frear uma carreta bitrem carregada com 54 toneladas parece ser uma manobra bem complicada. Com o Stralis não é bem assim. A versão que andamos é equipada com o opcional Intarder, que junto ao sistema de freios, forma uma potência de 985 cv para frear de forma progressiva. Segundo a montadora, caminhões com esse tipo de freio podem rodar com médias de velocidade maiores sem comprometer a segurança. O freio motor é acionado integralmente por uma alavanca multifuncional, que pode ser abaixada em seis estágios. No primeiro estágio, o motorista aciona os 347cv do sistema de freio motor. Com o segundo estágio, aciona-se a válvula “borboleta”, Combined Brake (CEB), que eleva a potência de frenagem para 415cv. Aqui entra novamente o Downhill Control, que, no segundo estágio, sincroniza a redução de marchas com as exigências da frenagem. Em veículos equipados com o intarder ZF (acoplado à transmissão), a capacidade de frenagem vai além. No segundo estágio da alavanca multifuncional, já são acionados 25% da potência do intarder. No terceiro estágio, entra 50% do intarder. No quarto, 75%. No quinto, 100%.
Se o câmbio é similar ao de um carro de passeio, o conforto não fica para trás. A cabine leito possui cama, geladeira, ar-condicionado e ventilação forçada que pode ser usada com o caminhão desligado. Mas o melhor mesmo é o baixíssimo nível de ruído do motor, mesmo nas reduções de marchas em aclive ou uso do freio-motor em declives com carga. O condutor conta ainda com piloto automático, freio-motor e câmbio automatizado, todos na mesma alavanca, instalada na coluna de direção, que pode ser regulada em altura e profundidade. O Stralis NR Eurotronic vem ainda com travas, vidros e retrovisores elétricos, computador de bordo e rádio cd player com comandos no volante.
O Stralis foi lançado em 2005, reestilizado em 2007 e agora ganha novas tecnologias para manter-se compeitivo no mercado. O segmento de extrapesados representa 18% do mercado de caminhões. Desse total, a Iveco absorve 13%. “O mercado está crescendo tanto que já falta mão de obra especializada para dirigir caminhões”, explica o diretor de vendas e marketing da Iveco, Alcides Cavalcanti.
Até o final do ano, a Iveco espera vender três mil unidades do Stralis NR Eurotronic, o que corresponde a 40% da gama Stralis. “Com isso, esperamos fechar 2011 podendo ultrapassar 15% de participação entre os extrapesados”, afirma Cavalcanti.
Preços
O Stralis Eurotronic custa a partir de R$ 430 mil (4x2), R$ 457 mil (6x2) e chega aos R$ 542 mil na configuração 6X4.
O protocolo de intenções para a compra dos veículos, assinado nesta quinta-feira, tem a participação das Secretarias Municipais de Transportes (SMT) e do Verde e do Meio Ambiente (SVMA), São Paulo Transportes (SPTrans), e de três empresas: a Scania, que vai produzir os ônibus; a Viação Metropolitana, que será a operadora; e a Cosan, que vai fornecer o etanol a ser utilizado pelos veículos.
De acordo com a Scania, a tecnologia do modelo já atende às exigências da legislação brasileira de emissão de gases poluentes e a Euro V, que só entrará em vigor no Brasil em 2012, além da EEV (Enhanced Environmentally Friendly Vehicles), norma obrigatória na União Europeia.
"Há 20 anos comercializamos o produto na Europa. Agora saímos na frente na disputa pelo mercado brasileiro, especialmente em São Paulo, se considerarmos que para cumprir as metas de política ambiental, todo o município paulista terá de ter uma frota de ônibus composta por veículos movidos a combustíveis 100% renováveis até 2018", destacou o gerente executivo de vendas de ônibus da Scania Brasil, Wilson Pereira.
Antes da venda para a Viação Metropolitana, a Scania já havia cedido para a cidade de São Paulo dois veículos movidos a etanol, que foram usados durante três anos em operação de tráfego normal. A primeira unidade foi entregue em 2007 e a segunda, em 2009.
Desde 1990, uma frota de 600 ônibus da Scania movidos a etanol opera em condições extremas de temperatura ambiente em Estocolmo, na Suécia. A Suécia é o maior importador europeu de etanol brasileiro.
Os bancos são esportivos, o som do motor é de um inconfundível turbo, a velocidade máxima é de 200 km/h, o vento no rosto é típico de um conversível. E o carro é um Uno. Não, eu não escrevi errado. E já que a opção Sporting do compacto não ficou tão esportiva assim, o Uno Cabrio é a versão dos sonhos. Dos sonhos até da própria Fiat, que teve a ideia do projeto pouco tempo antes de sua apresentação, no Salão do Automóvel do ano passado.
Foram apenas dois meses para desenvolver e construir o protótipo, que é muito mais que uma versão “mexida” do Uno tradicional. O carro ganhou reforços estruturais para garantir segurança e desempenho. Parte importante dessa engenharia foi aplicada à moldura do para-brisa, que não conta com o suporte de uma capota e, portanto, exigiu o uso de estruturas tubulares. A base continua a mesma do novo Uno, com adaptações específicas na suspensão (mais rígida, para suportar o peso adicional) e nos freios. Nesse caso, o protótipo recebeu os discos do Fiat 500 na traseira. O resultado é um carro mais baixo e de respostas mais precisas.
O estudo para a versão sem teto foi feito sobre uma unidade do próprio Uno, já que não havia tempo para começar em uma miniatura. Muito clay (a pasta marrom de modelagem, que aparece na foto) e testes foram necessários para encontrar a combinação de aerodinâmica e estabilidade. “Conversíveis normais atingem cerca de 80 kg de reforço estrutural, o Uno Cabrio ganhou 150 kg”, afirma Manuel Alexandre Ferreira, do centro de estilo da marca. Agora o conceito segue para sua primeira exibição internacional, no Salão de Buenos Aires, em junho.
A Harley-Davidson, que em fevereiro passado assumiu suas operações no país, antes feitas pelo HDSP/Grupo Izzo, esclarece que não tem conhecimento da ocorrência de acidente no Brasil originado pelas razões que levaram às convocações.
Os recalls desses modelos já foram realizados nos Estados Unidos em anos anteriores. O gerente de pós-venda da marca, Rocco Belforte, disse ao G1, que, com os chamados desta segunda-feira, a marca "liquida qualquer pendência" em relação a recalls de seus veículos no país. Segundo a Harley, o número de motos convocadas representa menos de 10% das motocicletas da empresa comercializadas no Brasil desde 2000. A empresa diz que já vendeu mais de 30 mil motos no país desde então.
Belforte informou que a decisão de lançar oito chamados ao mesmo tempo se deu em virtude de a Harley-Davidson ter aumentado sua presença comercial no Brasil, com oito concessionários em atividade no momento.
Em comunicado também divulgado nesta segunda, outra marca do grupo Harley-Davidson, a Buell Distribution Company, anunciou recall de 241 unidades no Brasil, envolvendo quatro modelos da marca fabricados entre 2005 e 2008.
Todos os proprietários dos veículos envolvidos no recall serão avisados por carta, diz a empresa. A Harley recomenda ao consumidor que agende previamente a inspeção por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor - SAC (0800 724 1188), que funciona de segunda a sexta, das 8h às 20h, e aos sábados, das 9h às 15h (exceto feriados), ou pelo e-mail sac@harley-davidson.com.br. Os serviços necessários serão realizados gratuitamente e serão oferecidos mesmo nas cidades onde não há concessionárias.
Os chamadosUm primeiro chamado divulgado nesta segunda envolve as motos da família Touring.
Os modelos Ultra Classic Electra Glide e Road King Police fabricados entre 1999, 2000, 2001 e 2003 devem passar pelo recall por causa do risco de abertura do disjuntor principal em situações não planejadas, com possibilidade de desligamento do motor.
Veja os chassis (não sequenciais) das motos convocadas:
1HD1FCW10YY651984 a 1HD1FCW18YY650873
1HD1FHW10YY629366 a 1HD1FHW1XYY628094
1HD1FCW101Y602239 a 1HD1FCW181Y634534
1HD1FCW1X1Y604984 a 1HD1FCW1X1Y634356
9321FCW103M620228 a 9321FCW473M633486
9321FCW1X3M641071
9321FCW4X3M636656
O mesmo chamado envolve os modelos Road King Police, Electra Glide Classic, Road King Classic, Electra Glide Ultra Classic, CVO Road King e CVO Ultra Electra Glide fabricados em 2008. O motivo para esses chamados é que a carcaça do filtro de combustível pode apresentar, em alguns casos, rachaduras e vazamentos, afetando o desempenho do motor. Veja os chassis (não sequenciais) envolvidos no caso:
5HD1FHM108Y610375 a 5HD1FHM198Y646839
5HD1FHM1X8Y610660 a 5HD1FHM1X8Y625501
9321FC4108M603407 a 9321FF4198M656284
9321FF41X8M615968 a 9321FF41X8M656276
9321FR4198M656304 a 9321FR4108M603443
9321FR41X8M603434 a 9321FR41X8M676514
9321FR4408M637036 a 9321FR4498M637035
9321FF4108M676505 a 9321FF4178M676503
9321FR4408M637036
9321FC4118M603416;
5HD1PG8118Y951284;
5HD1PR8188Y951102;
5HD1PR81X8Y951098
5HD1HCZ406K802816 a 5HD1HCZ496K808985
5HD1HCZ4X6K801866 a 5HD1HCZ4X6K809305
5HD4CN2107K400660 a 5HD4CN2197K439800
5HD4CN21X7K408877 a 5HD4CN21X7K439823
5HD4CR2107K404246 a 5HD4CR2197K401135
5HD4CS2107K400821 a 5HD4CS2197K440301
5HD4CS21X7K401152 a 5HD4CS21X7K440145
9324CS2107M451856 a 9324CS2197M465786
9324CS21X7M451847 a 9324CS21X7M465795
Para as XL883 e XL883 C produzidas em 2004 e 2005, o motivo do recall é a válcula de combustível, que teria sido instalada com a indicação incorreta da posição “reserva”, a qual, equivocadamente, indica a posição “normal” e vice-versa. Veja os chassis envolvidos:
5HD4CAM105K425013 a 5HD4CAM175K425218
5HD4CJM125K425952 a 5HD4CJM185K426653
Nos modelos XL883, XL883 C, XL883 L e XL883 R fabricadas em 2006 e 2007 é necessário verificar se o regulador de voltagem pode entrar em contato com o para-lama dianteiro, em decorrência de incorreção na sua espessura. Veja chassis (não sequenciais) :
5HD4CN2107K400660 a 5HD4CN2197K423239
5HD4CN21X7K408877 a 5HD4CN21X7K423914
5HD4CP2107K400329 a 5HD4CP2197K422989
5HD4CP21X7K400211 a 5HD4CP21X7K426386
5HD4CR2107K404246 a 5HD4CR2197K401135
5HD4CS2107K400821 a 5HD4CS2197K425698
5HD4CS21X7K401152 a 5HD4CS21X7K425631
E o chamado da família Sportster também envolve as XL883 e XL883 R fabricadas entre 2006 e 2007, pelo risco de o pneu instalado estar fora das especificações para esses modelos. Os chassis (não sequenciais) dos veículos envolvidos são:
5HD4CS2127K423601 a 5HD4CS2197K423644
5HD4CN2137K423821 a 5HD4CN21X7K423914
5HD4CS2107K424164 a 5HD4CS2187K424140
5HD4CS21X7K423779
Por último, essa convocação envolve XL883 R feitas em 2005, em virtude no não apagamento da luz de freio. Os chassis (não squenciais) envolvidos são:
5HD4CKM405K451031 a 5HD4CKM495K455742
5HD4CKM4X5K452199 a 5HD4CKM4X5K455426
O quarto recall é para a família Softail, envolvendo os modelos Screamin’ Eagle, Softail Standard, Heritage Classic, Fat Boy, Night Train e Deluxe, para unidades fabricadas entre 2006 e 2007. Nelas o cabo positivo da bateria pode entrar em contato com o filete de solda existente no tanque de óleo, com possibilidade de curto-circuito e eventual incêndio. Veja chassis (não sequenciais):
9321BV5107M020579 a 9321BV5197M065522
9321BV51X7M020590 a 9321BV51X7M065500
9321BW5107M032284 a 9321BW5197M072864
9321BW51X7M020580 a 9321BW51X7M072856
9321BX5107M010629 a 9321BX51X7M065475
9321JA5107M020562 a 9321JA5197M065533
9321JA51X7M020567 a 9321JA51X7M065542
9321JD5107M010664 a 9321JD5197M065582
9321JD51X7M010655 a 9321JD51X7M065591
9321JA5107M065548 a 9321JA5197M065550
9321JA51X7M065556
5HD1PT9127Y955642
A General Motors anunciou oficialmente o preço para o Chevrolet Sonic 2012 nos Estados Unidos: a partir de 14.495 dólares, na versão sedã, e 15.395 dólares na versão hatch. Não estranhe, pois lá os modelos hatch são mais caros mesmo.
Por esse valor o cliente leva para casa o Sonic com motor 1.8, de 138 cavalos. O câmbio é manual, de cinco marchas, e o modelo ainda vem com 10 airbags, sistema keyless e travas elétricas. Quem puder gastar um pouco mais pode optar pela transmissão automática de seis velocidades, que custa 1.070 dólares.
Existe ainda a opção do motor 1.4 turbo, que é mais potente e mais econômico, mas está disponível apenas nas versões LT e LTZ.

