UM POUCO DAS NOVIDADES SOBRE AUTOMOTORES

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Primeira concessionária da McLaren em Londres: produção dos próximos 24 meses já está esgotada
A McLaren inaugurou em Londres sua primeira concessionária, na região de One Hyde Park. A festa de lançamento do show-room contou com a presença dos pilotos da equipe de Fórmula 1, Jenson Button e Lewis Hamilton. O carro de Hamilton e alguns troféus do piloto estiveram expostos na loja, que tem como único modelo à venda o novo superesportivo MP4-12C.

A marca pretende lançar mais 34 lojas em todo o mundo e o que mais chama atenção é que, de acordo com a própria McLaren, sua produção dos próximos 24 meses está vendida. O esportivo sai de fábrica com motor V8 3.8 de 592 cv de potência e 61,3 kgfm de torque. Tem como principal concorrente a Ferrari 458 Italia, de 570 cv.

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DA REDAÇÃO// FOTOS: CLAYTON GUIMARÃES E ALBERTO CATALDI

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Chery S18 flagrado pelo leitor Clayton Guimarães em São José dos Campos (SP) chegará às lojas no fim do ano
A Chery se prepara para mais lançamentos no mercado brasileiro. Uma das novidades será o modelo S18, flagrado pelo leitor Clayton Guimarães em São José dos Campos (SP), com placas verdes de teste da cidade de Salto (SP), onde fica a sede da marca chinesa no Brasil enquanto a fábrica em Jacareí (SP)não fica pronta. O S18 foi mostrado no Salão do Automóvel, em outubro do ano passado, e deverá chegar às lojas no fim do ano com motor 1.3 de 83 cavalos.
O carro é um compacto com apelo fora de estrada. Em maio de 2010 Autoesporte esteve na China e teve a oportunidade de fazer uma rápida avaliação do modelo. “O interior demonstra a busca da Chery por uma identidade própria, com direito a ousadias na disposição dos itens do painel de instrumentos e nos botões”, relatou o repórter Alberto Cataldi.
Com o mesmo motor do utilitário esportivo Tiggo, o S18 se mostrou um pouco mais ágil por ser mais leve. “O resultado é um compacto que responde bem nas acelerações e perde menos tempo nas retomadas. O que atrapalha a experiência é a falta de estabilidade, resultado direto da distância do solo. Fazer uma curva mais fechada não transmite segurança e as irregularidades do solo chegam à cabine com força”, concluiu Cataldi depois de ter dirigido o carro.
Modelo S18 também é conhecido na China como X1. Com o mesmo motor do Tiggo, o carro ganha agilidade por ser mais leve
 
 

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VW Brasília: concebido para ser mais atraente que o Fusca, acabou sendo bem aceita, mas teve carreira relativamente curta 
A ideia original da Volkswagen quando lançou a Brasília em 1973 era de fazer um substituto do Fusca com a vantagem de ser mais espaçoso e ter melhor desempenho. Mas o máximo que a perua conseguiu foi ser bem aceita pelo público, ganhando destaque na briga com os principais concorrentes, como o Fiat 147 e o sedã GM Chevette. O bom desempenho nas vendas acabou ajudando no sucesso do Gol, o grande vilão na história deste modelo projetado no Brasil.
Testada por Autoesporte, a Brasília causou boa impressão. “Trata-se de um carro bem acertado, faltando apenas resolver o problema do ruído interno” dizia o texto da reportagem da versão equipada com dupla carburação, em julho de 1975. De fato, pelo fato do motor ficar dentro do habitáculo, coberto apenas por uma tampa removível, o barulho incomodava, principalmente em viagens longas.

Área envidradaça merecia elogios
Em contrapartida, por ser "um pouco mais larga que o Fusca e com barra compensadora da traseira, a Brasília se comportava melhor em curvas, com menos sobresterço", também dizia a reportagem da época. Em linha reta, o carro era capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 15 segundos, conforme as medições feitas durante o teste, que também aferiu uma média de consumo urbano de 8,5 km/l.
Com um pouco mais de um ano nas lojas, o modelo da Volkswagen já era um sucesso, com 126 mil unidades vendidas anualmente. Os compradores eram jovens e pequenas famílias, já que o espaço para bagagem não estava entre os pontos fortes do carro. Havia espaço apenas sob a tampa dianteira, como no Fusca.
Atrás dos bancos traseiros, em cima da tampa do motor, era arriscado levar algo porque o objeto poderia cair em cima dos passageiros. Mas ninguém poderia reclamar a área envidraçada, que ajudava bastante nas manobras do dia a dia. Bem aceita, a Brasília levou quase cinco anos depois do lançamento para receber alguma modificação mais significativa.

Interior simples, tinha como principal incômodo o alto nível de ruído do motor traseiro coberto apenas por uma tampa
Em 1978 o carro ganhou dois vincos no capô, novas lanternas traseiras, polainas nas laterais dos para-choques e desembaçador elétrico opcional. E em agosto do mesmo ano, passou a ser oferecido com cinco portas, versão que acabou agradando os taxistas, uma vez que os brasileiros ainda tinham preconceito em relação aos modelos compactos com mais de duas portas. Dois anos mais tarde, chegava às lojas a Brasília LS, topo de linha, com novo painel de plástico injetado e mostradores amplos, o que incluía até vacuômetro para ajudar a economizar combustível. Entre outras melhorias, havia também bancos com encostos de cabeça.
Tudo corrida bem com a Brasília, quando a Volkswagen resolveu lançar o Gol, em maio de 1980. Mais moderno e atraente, o novato foi se impondo no mercado. Mesmo renovado e com mais equipamentos, o carro que iria ser o herdeiro do Fusca acabou resistindo apenas até março de 1982, com um milhão de unidades produzidas e 950 mil vendidas no Brasil. Por ironia do destino, o besouro continuou sendo produzido até 1986, convivendo com o Gol e voltou a ser produzido em São Bernardo do Campo (SP) entre 1993 e 1996.

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A Land Rover está perto de decidir se irá adicionar um quarto modelo para a linha Range Rover, segundo a publicação inglesa Autocar. A linha de luxo já é composta pelos modelos Vogue, Sport e Evoque.

Agora a marca pretende lançar uma espécie de “Grand Evoque”, que deve ficar entre as duas últimas linhas e custará mais barato que o Evoque, modelo que chega ao Brasil em outubro por cerca de R$ 200 mil.  

Segundo a revista, o novo SUV poderia assumir um posicionamento de mercado semelhante ao do BMW X6. Ele utilizará uma versão alongada da mesma plataforma LR-MS do Evoque. A possibilidade é que o carro seja equipado com motores 2.2 SD4 turbodiesel e 2.0 a gasolina. Ainda segundo a reportagem, a motivação da montadora em investir em mais um carro se deve à crescente procura por esse tipo de veículo no mercado chinês e norte-americano.

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A última unidade do Bugatti Veyron 16.4 Grand Sport foi vendida a um cliente na Europa. O anúcio foi feito pela própria Bufgatti, nesta sexta-feira (24). Ao todo, foram produzidas 300 unidades do supercarro. O próximo modelo que a marca lançará para substituir o carro mais rápido do mundo ainda é mantido em extremo sigilo. O primeiro Veyron foi lançado em 2003 e tem quebrando recordes de velocidade até então.

bugatti veyron (Foto: Flavio Moraes/G1)
O Veyron chega a 431 km/h e acelera de 0 a 100 km/h em 2,5 segundos. Por razões de segurança e, mais especificamente, para proteger os pneus, a velocidade máxima do modelo é limitada a 407 km/h.

Velocidade atingida graças à aerodinâmica do carro combinada ao motor de dezesseis cilindros em W 8.0 com 1.200 cavalos de potência e 152,9 kgfm de torque. O carro é montado manualmente na sede da empresa em Molsheim (França).

No Brasil, o modelo é vendido a R$ 7,7 milhões.

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São 16 marchas de série na versão mais potente (460 cv) disponibilizadas nas configurações 4x2, 6x2 e 6x4. Combinação entre motor e câmbio permite até 7% mais economia que a versão de transmissão manual do modelo                  


Você já está acostumado com a utilização do termo de transmissão automática automatizada nos automóveis. Acontece que é cada vez mais comum a utilização desse sistema nos mais recentes caminhões que estão chegando ao mercado. Agora a Iveco apresenta sua grande novidade na linha extrapesada: o Iveco Stralis NR Eurotronic equipado com a mais moderna transmissão automatizada do mercado, a única com 16 marchas e que também dispensa totalmente o pedal da embreagem.
Disponível como equipamento de série no modelo de maior potência da gama Stralis NR (460cv), a nova transmissão amplia em até 7% a economia de combustível quando comparado ao modelo manual, compõe o mais eficiente sistema de freio motor da categoria (até 985cv de potência de frenagem) e, de quebra, eleva automaticamente o nível médio dos motoristas, garantindo maior ganho operacional para os frotistas.
“Ouvimos o cliente mais uma vez”, explica Marco Mazzu, presidente da Iveco Latin America. “O resultado é um produto excelente, econômico, de grande segurança, com reduzido custo operacional e que permite às empresas profissionalizar automaticamente suas frotas, conquistando maior lucratividade na operação”.
Já disponível na rede da marca, o Iveco Stralis NR Eurotronic pode vir nas versões 4x2, 6x2 e 6x4 e atende à crescente preferência pela transmissão automatizada entre os extrapesados: estima-se que cerca de 40% dos caminhões do segmento vendidos em 2010 saíram de fábrica com esse tipo de equipamento.
“A expectativa é vendermos mais de 3 mil unidades do Iveco Stralis NR Eurotronic no Brasil em 2011”, informa Alcides Cavalcanti, diretor de Vendas e Marketing da Iveco. Esse volume corresponde a cerca de 40% do volume total da gama Stralis NR previsto para o ano. “Com isso, esperamos ultrapassar 15% de participação entre os extrapesados em 2011”.
Segundo Cavalcanti, um dos grandes apelos da transmissão automatizada é que ela eleva e equaliza o nível técnico dos motoristas e, com isso, reduz o consumo médio e o custo de manutenção e aumenta muito a segurança das frotas.
Em sua primeira utilização no Brasil em veículos comerciais, a caixa ZF AS-Tronic (como é chamada pelo fabricante) é o “estado da arte” em transmissão automatizada. Sua aplicação no Iveco Stralis NR Eurotronic foi precedida de um inédito trabalho de parceria entre a Iveco e a ZF, para a sincronização das centrais eletrônicas do motor e da transmissão, fazendo com que o conjunto powertrain trabalhe como se fosse um só, maximizando tanto a eficiência energética quanto o poder de frenagem de ambos. “Este é mais um exemplo da maturidade da engenharia brasileira da Iveco”, opina Renato Mastrobuono, diretor de Desenvolvimento de Produto da empresa. “Nossos testes mostram que conseguimos juntar menor consumo e mais segurança no mesmo pacote”, diz Mastrobuono.

Lançada em 2005, a família Stralis foi reformulada em 2007. E, em 2010, com a chegada da versão NR, ganhou um renovado powertrain (maior potência e torque, menor consumo, melhor freio motor, relação reduzida opcional de eixo traseiro), tanque em alumínio com capacidade de até 900 litros, espelho retrovisor elétrico, para-lama tripartido, econômetro, defletores de ar de teto e lateral e intarder.

Agora acontece a chegada do Stralis NR Eurotronic, com a manutenção dos benefícios anteriores e adição da caixa automatizada, ampliando as opções para o Stralis, modelo que que já ultrapassou a marca de 20 mil unidades comercializadas em território brasileiro.
Transmissão sem embreagem - Tecnicamente, a caixa AS-Tronic da ZF é uma caixa automatizada, que funciona por meio da automatização da embreagem, da seleção e do engate de marchas (e não por meio de um conversor de torque), mas oferece ao motorista do Iveco Stralis NR Eurotronic a sensação de estar dirigindo um verdadeiro automático.

O acionamento da transmissão se dá por meio de teclas no painel (com a tradicional nomenclatura “D”, “N”, “R”). E o sistema elimina completamente a necessidade do pedal de embreagem. “Basta apertar a tecla D e acelerar. O câmbio automatizado funciona de forma inteligente e escolhe a marcha certa para a hora certa, com engates suaves e precisos, permitindo uma condução mais confortável, econômica e eficiente do caminhão”, explica Cristiane Nunes, gerente de Marketing de Produto da Iveco.
O crescimento da família - Com o modelo Iveco Stralis NR Eurotronic, a gama Stralis NR chega a 22 versões disponíveis no mercado brasileiro, sem contar as possíveis variações de eixos e entre-eixos. São elas:

POTÊNCIA                        TRAÇÃO              CABINE                TOTAL
380cv                             4x2 / 6x2             Teto alto e baixo             4 versões
410cv                             4x2 / 6x2 / 6x4     Teto alto e baixo             6 versões
460cv                             4x2 / 6x2 / 6x4     Teto alto e baixo             6 versões
460cv Eurotronic              4x2 / 6x2 / 6x4      Teto alto e baixo             6 versões
GAMA STRALIS NR  - 22 VERSÕES

Essa flexibilidade de escolha permite a perfeita configuração para qualquer aplicação do transporte, com composições de até 9 eixos, como graneleiro, carga seca, basculante, baú carga geral, tanque, cegonheiro, baú frigorífico, porta-container, sider, canavieiro, tanque aço inox, entre outros.

Os Iveco Stralis NR de 460cv e 410cv, em 6x2 são indicados para puxar carretas convencionais de 3 eixos espaçados (“vanderleia”) com até 53 toneladas de PBTC (peso bruto total combinado). As versões em 6x4 são indicadas para puxar carretas bitrem de até 57 toneladas de PBTC e rodotrem bitrenzão, chegando a PBTC de até 74 toneladas. Já o Iveco Stralis 380NR é mais indicado para operar com carretas convencionais de 3 eixos em 4x2 e 6x2, podendo chegar também a PBTC de até 53 toneladas.

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    A Secretaria de Estado de Transportes e a de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços, juntamente com a Ceg, MAN Latin America e Robert Bosch América Latina apresentam hoje, 10 de maio, ao governador do Estado do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, o protótipo Volksbus com tecnologia inovadora flex GNV+Diesel. O desenvolvimento faz parte do Programa Rio Transporte Sustentável, que busca garantir à capital fluminense e região um transporte mais eficiente e sustentável para a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.
O protótipo foi desenvolvido com tecnologia nacional pela MAN Latin America, fabricante dos caminhões e ônibus Volkswagen, juntamente com a Robert Bosch América Latina, que responde pelo sistema de injeção dos combustíveis no motor do veículo, permitindo que o ônibus rode com até 90% de GNV - Gás Natural Veicular.
A Ceg, empresa do Grupo Gás Natural Fenosa, com experiência internacional em fornecimento de gás natural, garantirá o abastecimento de GNV durante a fase de testes do ônibus. A empresa também está preparada para investir na construção do sistema de abastecimento capaz de suprir a demanda de veículos com essa tecnologia até as Olimpíadas.
"Da consciência ambiental dessas empresas surge este projeto, que alia a sustentabilidade à qualificação do transporte urbano. Para nós, é muito gratificante entregar mais um fruto da parceria do poder público com a iniciativa privada, sempre com o objetivo de melhorar a qualidade de vida da nossa população" declara o governador Sérgio Cabral.
Durante a fase de testes, o ônibus será utilizado em trajeto definido pela Setrans - Secretaria de Transportes do Rio de Janeiro. Nessa etapa, a MAN Latin America, em conjunto com o Programa de Engenharia de Transportes da COPPE/UFRJ, acompanhará o desempenho do ônibus por meio da medição de sua eficiência energética (Km/Leq), taxa de substituição e viabilidade econômica do projeto.
O veículo atende perfeitamente as características para operação de transporte coletivo urbano - possui motor traseiro de seis cilindros e 17 toneladas de peso bruto total. Este é o primeiro ônibus com tecnologia flex GNV+Diesel homologado pelo Inmetro e usará de forma inédita um motor MAN Euro V. Além disso, a MAN Latin America é a primeira montadora no Brasil a oferecer o sistema GNV+Diesel como item original de fábrica.
"O protótipo da Volkswagen apresenta uma alternativa real para o diesel, reduz a utilização do combustível e a emissão de poluentes na atmosfera. Além disso, sendo movido à GNV e diesel, o ônibus não fica restrito a um único combustível, permitindo ao frotista revender o veículo em locais sem abastecimento de gás", diz Roberto Cortes, presidente da MAN Latin America.
O coração da tecnologia está no seu sofisticado sistema de gerenciamento eletrônico, que permite controlar simultaneamente os sistemas de injeção dos dois combustíveis de modo a proporcionar a maior eficiência possível. Estas funções inovadoras foram desenvolvidas e testadas pelos engenheiros da Bosch no Brasil.
O motor GNV+Diesel apresenta alta eficiência em consumo de gás natural, semelhante ao motor que funciona somente com diesel: 1 litro de diesel pode ser substituído por 0,9 metros cúbicos de GNV. Este novo sistema emite 80% menos material particulado, um dos principais vilões dos centros urbanos, e 20% menos CO2, um dos maiores causadores do aquecimento global.
"Assim como ocorre com os carros flex, com o GNV+Diesel a escolha do combustível a ser utilizado é feita pelo usuário a qualquer momento, considerando fatores como disponibilidade ou vantagem no preço", ressalta Besaliel Botelho, vice-presidente executivo da Robert Bosch América Latina.

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O Renault Sandero foi reformulado recentemente, mas vai ganhar uma outra novidade. É a versão Automatic que, como o nome diz, vai ter câmbio automático de quatro velocidades acoplado ao motor 1.6 bicombustível. O carro está nas concessionárias de São Paulo, indicando que o lançamento está próximo.

Na versão Privilége, o compacto tem indicador de marcha na tela do painel e logotipo na traseira. Chama a atenção também a opção de trocas sequenciais, como no Peugeot 207. O Sandero Automatic vai brigar com os automatizados Fiat Palio e Punto Dualogic e Volkswagen Gol e Polo iMotion, além do já citado Peugeot 207 e do Citroën C3, sendo estes últimos automáticos.

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CN Auto
CN Auto mira a Volkswagen Kombi e vai oferecer a Topic a partir de R$ 39.900 até o final de julho
A CN Auto anunciou uma promoção por tempo limitado para a versão de entrada da van Topic. O utilitário será oferecido por R$ 39.900 até o dia 31 de julho, pouco mais de R$ 3 mil abaixo da Volkswagen Kombi, que parte de R$ 43 mil. A própria marca não esconde que o foco da promoção é realmente a concorrente da marca alemã.

Nossa aposta está fundamentada e vamos obter uma resposta muito positiva nas vendas deste mês. Queremos emplacar mil unidades em julho”, explica Humberto Gandolpho Filho, diretor comercial da CN Auto. A Topic tem 9 metros cúbicos de capacidade de carga e transporta até 13 pessoas com um motor 2.0 a gasolina de 123 cv.

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A Buick informou nesta quarta-feira (22) que o sedã LaCrosse será oferecido com motor 3.6 V6 (injeção direta de combustível e comando de válvula variável) que entrega 303 cavalos de potência e 36,5 mkgf de torque. Este bloco, segundo a montadora, é 23 cv mais potente que o anterior.

lacrosse (Foto: Divulgação)

O ganho de potência está diretamente relacionado, de acordo com Tom de Sutter, engenheiro-chefe dos motores V6 da marca, com a utilização de materiais mais leves no propulsor e com o novo design dos pistões, que permite maior entrada de ar na câmara, proporcionando uma combustão mais eficiente.
"Estamos utilizando componentes é acessórios mais leves para melhorar a performance, eficiência e durabilidade do motor", explica Sutter. "Como resultado, há mais energia, sem sacrificar a economia de combustível", completou.

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Citroën DS3 SUV - salão do vietnã (Foto: Hoang Dinh Nam/AFP)SUV Citroën DS3 (Foto: Hoang Dinh Nam/AFP)

Renault Koleos SUV - Salão do Vietnã (Foto: Hoang Dinh Nam/AFP)SUV Renault Koleos (Foto: Hoang Dinh Nam/AFP)
Range Rover - Salão do Vietnã (Foto: Hoang Dinh Nam/AFP)Range Rover da Land Rover (Foto: Hoang Dinh Nam/AFP)
Audi A8 - Salão do Vietnã (Foto: Hoang Dinh Nam/AFP)Audi A8 (Foto: Hoang Dinh Nam/AFP)
Salão do Vietnã (Foto: Hoang Dinh Nam/AFP)Salão do Vietnã (Foto: Hoang Dinh Nam/AFP)

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 Fabio Aro
 
 
Ford
Ka Sport traz motor 1.6, rodas aro 15 e adesivos
O Ka se alinhou à nova linguagem visual da Ford na linha 2012. Agora o compacto ostenta um novo conjunto de para-choque e grade hexagonal, além de faróis com máscara escura e novo nicho para os faróis de neblina. Atrás, as lanternas passam a ser cinza transparentes, como no Fiesta Sedan, e há um aplique na parte inferior do para-choque com dois refletores nas extremidades. Para completar, novo desenho para as calotas e rodas de liga (opcional).

Por dentro, mudaram o tecido dos bancos e o quadro de instrumentos, que ganhou grafismo inédito e iluminação branca no lugar da antiga verde. Na mecânica, a única alteração está no isolamento dos amortecedores traseiros, mudança que deixou o compacto mais confortável. Os motores são os mesmos: 1.0 e 1.6.

 Fabio Aro
 
A Ford ainda não divulgou os preços (até porque o carro só chega às lojas em agosto), mas a previsão é que fiquem no patamar do modelo atual. A versão 1.6 passa a se chamar Sport, com rodas aro 15, pneus 195/55 e faixas na carroceria, como no Mustang.

 Fabio Aro
Embora tenham sido leves, as mudanças deixaram o Ka com aparência mais moderna
 
 Fabio Aro
Quadro de instrumentos ganhou novo grafismo e iluminação branca. Tecido dos bancos também é novidade

Thiago On

A GM está guardando a sete chaves o segredo que cerca os novos automóveis da montadora. A nova família de carros a ser introduzida pelo projeto Onix deve começar a ser testada em dezembro, de acordo com o diretor-geral da planta no Estado, Walter Othero. Até agora, dois terços das obras civis estão concluídas. Para aumentar ainda mais o mistério sobre a linha, foi criado um passaporte do Projeto, que estampa com a senha Onix os crachás do engenheiro elétrico Felipe Servija (E), do engenheiro civil Alexandre Brehm (D) e do gerente de implantação e lançamento do Onix, Alexandre Carreon (C). O trio ainda não sabe como como serão os carros, mas eles deverão ser os primeiros a enxergar os novos modelos, além da cúpula do projeto Onix.

Thiago On

A Secretaria Municipal dos Transportes colocou ontem em circulação 1,2 mil ônibus movidos a combustíveis menos poluentes. A chamada ecofrota vai ser usada em cerca de 200 linhas que prestam serviço na zona leste. Estima-se que esses veículos emitam 22% menos poluentes na atmosfera, principalmente partículas articuladas (fuligem).



O número de ônibus que compõem a ecofrota corresponde a cerca de 10% da frota. O Município diz que vai aumentar gradativamente o número de veículos ambientalmente sustentáveis. A Lei de Mudanças Climáticas (2009) prevê que todo o sistema de transporte público deve usar combustível renovável até 2018.

"É um projeto de modificação da matriz energética da cidade de São Paulo. Queremos acabar com o uso de combustível fóssil (diesel)", disse o secretário Marcelo Cardinale Branco.

Prefeito Gilberto Kassab dirigindo um ônibus da Ecofrota
Os ônibus apresentados são da empresa Viação Itaim Paulista (VIP) e usam o combustível B20 - que mistura 20% de biodiesel ao combustível normal, o diesel. Os veículos terão adesivos com a inscrição "ecofrota" e, em destaque, a matriz energética usada: por exemplo, álcool, 20% de biodiesel ou híbrido (ônibus que também usa energia elétrica quando está mais lento).

Recursos. A Prefeitura afirma que vai usar o dinheiro arrecadado com as multas por falta de inspeção veicular para subsidiar os combustíveis menos poluentes e o investimento na frota adaptada. Desde dezembro, a fiscalização foi intensificada com o uso dos radares da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para flagrar os infratores. No entanto, ainda não foi divulgado um balanço das multas aplicadas pelos equipamentos.

"Se os recursos das multas forem escassos, e nós esperamos que não haja multa, então vamos complementar com recursos do orçamento para que o programa possa prosseguir", disse o prefeito Gilberto Kassab (DEM).

Segundo dados da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, todos os anos são registradas 12 mil internações e 875 mortes em decorrência de partículas inaláveis e ozônio.

Thiago On


Audi
Audi Q3 é o último utilitário lançado pela montadora alemã, mas terá companhia de três novos modelos até 2016
A Audi pretende lançar mais três utilitários esportivos até 2016, segundo a revista britânica Autocar. De acordo com a publicação, a marca alemã trabalha para duplicar a sua linha de utilitários, hoje composta por Q7, Q5 e o mais jovem Q3. Os novos modelos devem se chamar Q2, Q4 e Q6. O primeiro deles terá como rival o Mini Countryman e deve utilizar a mesma base do recém-lançado A1.

O destaque, porém, fica para o novo Q4, que apostará em um design pra lá de arrojado sobre a plataforma do A4 para fazer frente ao novo Range Roger Evoque. Ele também terá como rival o futuro Porsche Cajun, utilitário menor que o Cayenne. A plataforma, inclusive, será a mesma em ambos os modelos do grupo Volkswagen e o lançamento deve ocorrer entre 2014 e 2015. O Q6 deve ser o último a chegar ao mercado e, como sugere o nome, terá o X6 como principal rival.

Thiago On

 Divulgação
Fabricação do City na Argentina não interfere a produção do sedã no Brasil, de acordo com a Honda
A Honda anunciou no Salão de Buenos Aires que iniciou a produção do City em sua nova fábrica de Campana, na Argentina. O sedã será fabricado no país vizinho para atender ao mercado local e da América Latina e, logicamente, deixará de ser importado do Brasil. O modelo não traz qualquer mudança visual ou mecânica em relação ao modelo produzido por aqui.

Em contato com a reportagem de Autoesporte, a Honda do Brasil negou qualquer possibilidade de interromper a fabricação do City na fábrica de Sumaré (SP). De acordo com a marca, cada mercado será abastecido com sua produção local. No entanto, segundo Carlos Cristófalo, do Argentina Auto Blog, a produção do City no Brasil será diminuída aos poucos até parar. A linha de montagem deve ser substituída pela da nova geração do Civic a partir de 2012.

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A Mini é uma marca que ressalta a diversão ao dirigir e, para continuar a manter sua linha de produtos sempre com novidades que despertem o desejo de aquisição, ela apresenta o novo Mini Cooper Coupe, o modelo mais rápido da marca. É o primeiro Mini desenvolvido sob o conceito de carroceria de três volumes. Bem mais esportivo do que os outros carros da linha, a versão coupê vem, inclusive, com aerofólio retrátil, que garante mais dinâmica em altas velocidades.
Mini John Cooper Works Coupe (Foto: Divulgação)
A Mini irá oferecer a Cooper Coupe 2012 em três versões: de entrada, Cooper Coupe, Cooper S Coupe e John Cooper Works Coupe. Todos os três utilizam motor 1.6 de quatro cilindros, e vem combinado com uma transmissão manual de seis velocidades. A transmissão automática de seis marchas também está disponível para o Cooper S Coupe e Coupe Cooper. O propulsor da versão de entrada produz 121 cv a 6.000 rpm e 16,3 kgfm de torque a 4.250 rpm, o que garante aceleração de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos e velocidade máxima de 204 km/h.
Mini John Cooper Works Coupe (Foto: Divulgação)
Já as versões mais apimentadas Cooper S Coupe e JCW tem motor 1.6 bi-trubo e injeção direta de combustível. O modelo S desenvolve 181 cavalos de potência a 5.500 rpm e 24,4 kgfm de torque de 1.600 rpm a 5.000 rpm. Uma função overboost temporária permite um salto para 26,5 kgfm de 1.700 rpm a 4.500 rpm.
Mini John Cooper Works Coupe (Foto: Divulgação)Mini John Cooper Works Coupe (Foto: Divulgação)
Já a opção JCW desenvolve 208 cv de potência a 6.000 rpm e 26,5 kgfm de torque de 1.850 rpm a 5.600 rpm. O overboost também está disponível aqui, e permite torque máximo de 28,6 kgfm de 1.700 rpm a 4.500 rpm. O cupê S vai de 0 a 100 km/h em 6,5 segundos e Coupe JCW precisa de apenas 6,1 segundos para a mesma aceleração. Os dois alcançam a velocidade máxima de 225 km/h.
Mini John Cooper Works Coupe (Foto: Divulgação)

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Nossa reportagem ouviu proprietários de automóveis em um posto de gasolina na Região Sul de Belo Horizonte para saber se os motoristas sabem a diferença entre as gasolinas comum e a aditivada. O resultado não foi nada animador, principalmente quando o segundo questionamento era sobre as características da gasolina de alta octanagem, mais conhecida como premium.

ADITIVADA Ricardo Bock, professor de engenharia mecânica da Fundação Educacional Inaciana (FEI), explica a diferença entre esses tipos de gasolina. “A aditivada nada mais é que um combustível comum com a adição de um detergente que vai deixar o sistema de alimentação do veículo mais limpo, compreendendo componentes como o tanque de combustível, a bomba, o filtro, a própria linha de combustível e o sistema de injeção”, conclui.

Bock alerta os motoristas que compram um veículo com 10, 15 anos de uso e querem cuidar bem do carango usando o combustível aditivado. Ao longo do tempo, devido ao uso de combustível adulterado, no fundo do tanque de combustível vai se formando um resíduo. Segundo o professor, não raro o aditivo retira esse polímero, que é sugado pela bomba e acaba obstruindo o filtro. Nessa situação, se o motorista perceber o carro falhando, o melhor é levá-lo ao mecânico para, no mínimo, substituir o filtro e lavar o tanque. Caso contrário o prejuízo pode ser maior, afetando também a bomba. Por isso, Bock recomenda preventivamente aos caprichosos pelo menos a limpeza do tanque e a troca do filtro.

PREMIUM Já sobre a gasolina premium, de alta octanagem, ninguém passou nem perto. Por suas características, explica o professor, o uso da gasolina de alta octanagem é mais indicada para veículos importados, que têm taxa de compressão maior que as comumente usadas no Brasil. Se você tem um automóvel desse tipo e não usa gasolina premium, o que acontece? Segundo Bock, nada demais. Assim como nos carros flex, o sistema de injeção de combustível vai se autorregular eletronicamente, adotando um novo gerenciamento do ponto de ignição, dosagem de combustível, etc. Mas o aproveitamento máximo do desempenho do motor vai por água abaixo, perdendo em performance.

Thiago On

 (Iveco/Divulgação)


De Una, BA - A Iveco apresentou nesta quarta-feira (13) a nova versão do extrapesado Stralis, que agora conta com o inédito câmbio automatizado de 16 marchas, o diferencial do modelo. Segundo a marca, a nova transmissão reduz o consumo de combustível, pois as trocas de marchas são realizadas no momento certo, de acordo com a necessidade do momento. O conjunto é 70 kg mais leve do que a transmissão manual convencional.

O Stralis NR Eurotronic chega em três configurações: tração 4x2, 6x2 e 6x4, ambas com motor FPT Cursor 13, de seis cilindros, 13 litros e potência de 460 cv.
Caixa automatizada pesa 70 kg menos que câmbio convencional (Marcello Oliveira/EM/D.A PRESS)
Caixa automatizada pesa 70 kg menos que câmbio convencional


Na estradaO Vrum andou na versão 6x4, rebocando um bitrem com peso total de 54 toneladas de minério de ferro (a capacidade é para até 74 toneladas). Na rodovia BA-001, entre os municípios de Ilhéus e Una, o motor mostrou bom desempenho, formando um casamento harmonioso com o câmbio ZF automatizado de 16 marchas. A elasticidade proporcionada permite que sempre se encontre a marcha certa para cada situação. Visando um melhor aproveitamento do consumo do combustível, o condutor pode optar em dirigir no modo Economy, que privilegia a economia de diesel. Se o motorista precisar de mais potência, para realizar uma ultrapassagem, por exemplo, basta pisar fundo no acelerador, que o sistema muda automaticamente para o modo normal.
Carreta bitrem carregada com 54 toneladas de minério (Marcello Oliveira/EM/D.A PRESS)
Carreta bitrem carregada com 54 toneladas de minério


Outro sistema inteligente é o Downhill Control, um computador que faz a troca de informações entre as centrais eletrônicas do motor e da transmissão, proporcionando o melhor comportamento do veículo em qualquer situação.Segundo a Iveco, tudo isso pesa a favor do baixo consumo, fazendo o Eurotronic ser 7% mais econômico do que a versão com câmbio manual convencional.
Na cabine, motorista tem todos os comandos na mão (Marcello Oliveira/EM/D.A PRESS)
Na cabine, motorista tem todos os comandos na mão


Parando
Frear uma carreta bitrem carregada com 54 toneladas parece ser uma manobra bem complicada. Com o Stralis não é bem assim. A versão que andamos é equipada com o opcional Intarder, que junto ao sistema de freios, forma uma potência de 985 cv para frear de forma progressiva. Segundo a montadora, caminhões com esse tipo de freio podem rodar com médias de velocidade maiores sem comprometer a segurança. O freio motor é acionado integralmente por uma alavanca multifuncional, que pode ser abaixada em seis estágios. No primeiro estágio, o motorista aciona os 347cv do sistema de freio motor. Com o segundo estágio, aciona-se a válvula “borboleta”, Combined Brake (CEB), que eleva a potência de frenagem para 415cv. Aqui entra novamente o Downhill Control, que, no segundo estágio, sincroniza a redução de marchas com as exigências da frenagem. Em veículos equipados com o intarder ZF (acoplado à transmissão), a capacidade de frenagem vai além. No segundo estágio da alavanca multifuncional, já são acionados 25% da potência do intarder. No terceiro estágio, entra 50% do intarder. No quarto, 75%. No quinto, 100%.


 (Iveco/Divulgação)
Conforto

Se o câmbio é similar ao de um carro de passeio, o conforto não fica para trás. A cabine leito possui cama, geladeira, ar-condicionado e ventilação forçada que pode ser usada com o caminhão desligado. Mas o melhor mesmo é o baixíssimo nível de ruído do motor, mesmo nas reduções de marchas em aclive ou uso do freio-motor em declives com carga. O condutor conta ainda com piloto automático, freio-motor e câmbio automatizado, todos na mesma alavanca, instalada na coluna de direção, que pode ser regulada em altura e profundidade. O Stralis NR Eurotronic vem ainda com travas, vidros e retrovisores elétricos, computador de bordo e rádio cd player com comandos no volante.

O Stralis foi lançado em 2005, reestilizado em 2007 e agora ganha novas tecnologias para manter-se compeitivo no mercado. O segmento de extrapesados representa 18% do mercado de caminhões. Desse total, a Iveco absorve 13%. “O mercado está crescendo tanto que já falta mão de obra especializada para dirigir caminhões”, explica o diretor de vendas e marketing da Iveco, Alcides Cavalcanti.

Até o final do ano, a Iveco espera vender três mil unidades do Stralis NR Eurotronic, o que corresponde a 40% da gama Stralis. “Com isso, esperamos fechar 2011 podendo ultrapassar 15% de participação entre os extrapesados”, afirma Cavalcanti.
 (Marcello Oliveira/EM/D.A PRESS)


Preços
O Stralis Eurotronic custa a partir de R$ 430 mil (4x2), R$ 457 mil (6x2) e chega aos R$ 542 mil na configuração 6X4.

Thiago On

Scania K 270 4x2 é movido a etanol
A Scania do Brasil fechou, nesta quinta-feira (25), a venda de 50 ônibus a etanol para uma das operadoras do sistema de transportes da cidade de São Paulo, a Viação Metropolitana. Os novos ônibus K 270 4x2, com entrega prevista a partir de maio de 2011, possuem motor 9.0 que desenvolve 270 cavalos de potência. Eles serão abastecidos com etanol, adicionado a 5% de aditivo promovedor de ignição.
O protocolo de intenções para a compra dos veículos, assinado nesta quinta-feira, tem a participação das Secretarias Municipais de Transportes (SMT) e do Verde e do Meio Ambiente (SVMA), São Paulo Transportes (SPTrans), e de três empresas: a Scania, que vai produzir os ônibus; a Viação Metropolitana, que será a operadora; e a Cosan, que vai fornecer o etanol a ser utilizado pelos veículos.
De acordo com a Scania, a tecnologia do modelo já atende às exigências da legislação brasileira de emissão de gases poluentes e a Euro V, que só entrará em vigor no Brasil em 2012, além da EEV (Enhanced Environmentally Friendly Vehicles), norma obrigatória na União Europeia.
"Há 20 anos comercializamos o produto na Europa. Agora saímos na frente na disputa pelo mercado brasileiro, especialmente em São Paulo, se considerarmos que para cumprir as metas de política ambiental, todo o município paulista terá de ter uma frota de ônibus composta por veículos movidos a combustíveis 100% renováveis até 2018", destacou o gerente executivo de vendas de ônibus da Scania Brasil, Wilson Pereira.
Antes da venda para a Viação Metropolitana, a Scania já havia cedido para a cidade de São Paulo dois veículos movidos a etanol, que foram usados durante três anos em operação de tráfego normal. A primeira unidade foi entregue em 2007 e a segunda, em 2009.
Desde 1990, uma frota de 600 ônibus da Scania movidos a etanol opera em condições extremas de temperatura ambiente em Estocolmo, na Suécia. A Suécia é o maior importador europeu de etanol brasileiro.

Thiago On


A Mercedes-Benz está planejando aumentar sua gama de utilitários de luxo com mais uma opção, desta vez destinada exclusivamente para rivalizar com o BMW X6. Segundo informações, a novidade será baseada na recém-lançada nova geração do Classe M e deve chegar ao mercado em 2014.
De acordo com a revista britânica Autocar, o novo modelo, até então conhecido por GLS, será um derivado do ML com visual semelhante ao do CLS. No catálogo haverá motores V6 e V8, além de uma versão especialmente preparada pela AMG e de uma possível variante híbrida. O foco será especialmente o mercado norte-americano.

Thiago On

Os bancos são esportivos, o som do motor é de um inconfundível turbo, a velocidade máxima é de 200 km/h, o vento no rosto é típico de um conversível. E o carro é um Uno. Não, eu não escrevi errado. E já que a opção Sporting do compacto não ficou tão esportiva assim, o Uno Cabrio é a versão dos sonhos. Dos sonhos até da própria Fiat, que teve a ideia do projeto pouco tempo antes de sua apresentação, no Salão do Automóvel do ano passado.

Foram apenas dois meses para desenvolver e construir o protótipo, que é muito mais que uma versão “mexida” do Uno tradicional. O carro ganhou reforços estruturais para garantir segurança e desempenho. Parte importante dessa engenharia foi aplicada à moldura do para-brisa, que não conta com o suporte de uma capota e, portanto, exigiu o uso de estruturas tubulares. A base continua a mesma do novo Uno, com adaptações específicas na suspensão (mais rígida, para suportar o peso adicional) e nos freios. Nesse caso, o protótipo recebeu os discos do Fiat 500 na traseira. O resultado é um carro mais baixo e de respostas mais precisas.

Fiat
O alardeado conceito “round square” nem precisou de tantas modificações para explorar um novo potencial do Uno. Entraram elementos tridimensionais no para-choque dianteiro, acompanhados de um spoiler. A traseira exibe um conjunto de luzes exclusivo, que dá continuidade ao estilo proeminente da seção traseira, com direito a extensões aerodinâmicas dos apoios de cabeça. Quando foi exibido no Salão, esses apoios eram acompanhados de brake-lights de led. Mas, como o Uno Cabrio passou por adaptações para ser conduzido com segurança, os assentos foram substituídos. As rodas aro 17 agora são de 16.

Fiat
Tomadas de ar laterais e escape duplo são só estéticos. Porta-malas não abre e abriga reforço estrutural
O que poucos conseguiram ver no Salão foi o interior, onde estão algumas das melhores surpresas. Inspirações na Ferrari 250 GTO trouxeram bancos e painel revestidos de couro bicolor com costura grossa, câmbio de alavanca alta e manopla esportiva, pedaleiras e saídas de ar cromadas e vários indicadores analógicos. As agulhas vermelhas informam rotação do motor, pressão do turbo, pressão de óleo e nível de combustível. O clima esportivo não deixa dúvidas de que esse Uno não é o mesmo veículo urbano de antes.

Fiat
Velocidade aparece em mostrador digital, entre conta-giros e turbo. Indicadores de pressão estão próximos ao câmbio
Então é pisar no acelerador e, enquanto as tais agulhas começam a se mover pelo painel, o som do motor 1.4 16V de 152 cv (vindo do Punto T-Jet) convida a confirmar a aceleração de 0 a 100 km/h em 8,3 segundos, divulgada pela Fiat. Infelizmente, não tive como aferir. Mas as curvas precisas feitas sobre os pneus perfil 45 e as retomadas empolgantes foram suficientes para o Uno Cabrio marcar seu território. E a verdade é que o vento no rosto nem fica tão forte, já que o ângulo do para-brisa reduz a turbulência. A Fiat descarta criar uma versão para vender. Mas bem que poderia considerar a experiência na criação do futuro Palio Sporting. Não custa sonhar. Bancos esportivos, som de turbo....

Fiat
Desconstruindo o Uno
O estudo para a versão sem teto foi feito sobre uma unidade do próprio Uno, já que não havia tempo para começar em uma miniatura. Muito clay (a pasta marrom de modelagem, que aparece na foto) e testes foram necessários para encontrar a combinação de aerodinâmica e estabilidade. “Conversíveis normais atingem cerca de 80 kg de reforço estrutural, o Uno Cabrio ganhou 150 kg”, afirma Manuel Alexandre Ferreira, do centro de estilo da marca. Agora o conceito segue para sua primeira exibição internacional, no Salão de Buenos Aires, em junho.

Thiago On

harley-davidson road king 2008 (Foto: Divulgação))
A Harley-Davidson do Brasil anunciou nesta segunda-feira (20) um recall múltiplo envolvendo, ao todo, 2.239 unidades. São, segundo a empresa, quatro chamados diferentes, contemplando quatro famílias de motocicletas.
A Harley-Davidson, que em fevereiro passado assumiu suas operações no país, antes feitas pelo HDSP/Grupo Izzo, esclarece que não tem conhecimento da ocorrência de acidente no Brasil originado pelas razões que levaram às convocações.
Os recalls desses modelos já foram realizados nos Estados Unidos em anos anteriores. O gerente de pós-venda da marca, Rocco Belforte, disse ao G1, que, com os chamados desta segunda-feira, a marca "liquida qualquer pendência" em relação a recalls de seus veículos no país. Segundo a Harley, o número de motos convocadas representa menos de 10% das motocicletas da empresa comercializadas no Brasil desde 2000. A empresa diz que já vendeu mais de 30 mil motos no país desde então.
Belforte informou que a decisão de lançar oito chamados ao mesmo tempo se deu em virtude de a Harley-Davidson ter aumentado sua presença comercial no Brasil, com oito concessionários em atividade no momento.
Em comunicado também divulgado nesta segunda, outra marca do grupo Harley-Davidson, a Buell Distribution Company, anunciou recall de 241 unidades no Brasil, envolvendo quatro modelos da marca fabricados entre 2005 e 2008.
Todos os proprietários dos veículos envolvidos no recall serão avisados por carta, diz a empresa. A Harley recomenda ao consumidor que agende previamente a inspeção por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor - SAC (0800 724 1188), que funciona de segunda a sexta, das 8h às 20h, e aos sábados, das 9h às 15h (exceto feriados), ou pelo e-mail sac@harley-davidson.com.br. Os serviços necessários serão realizados gratuitamente e serão oferecidos mesmo nas cidades onde não há concessionárias.
Os chamadosUm primeiro chamado divulgado nesta segunda envolve as motos da família Touring.
Os modelos Ultra Classic Electra Glide e Road King Police fabricados entre 1999, 2000, 2001 e 2003 devem passar pelo recall por causa do risco de abertura do disjuntor principal em situações não planejadas, com possibilidade de desligamento do motor.
Veja os chassis (não sequenciais) das motos convocadas:
1HD1FCW10YY651984 a 1HD1FCW18YY650873
1HD1FHW10YY629366 a 1HD1FHW1XYY628094
1HD1FCW101Y602239 a 1HD1FCW181Y634534
1HD1FCW1X1Y604984 a 1HD1FCW1X1Y634356
9321FCW103M620228 a 9321FCW473M633486
9321FCW1X3M641071
9321FCW4X3M636656
O mesmo chamado envolve os modelos Road King Police, Electra Glide Classic, Road King Classic, Electra Glide Ultra Classic, CVO Road King e CVO Ultra Electra Glide fabricados em 2008. O motivo para esses chamados é que a carcaça do filtro de combustível pode apresentar, em alguns casos, rachaduras e vazamentos, afetando o desempenho do motor. Veja os chassis (não sequenciais) envolvidos no caso:
5HD1FHM108Y610375 a 5HD1FHM198Y646839
5HD1FHM1X8Y610660 a 5HD1FHM1X8Y625501
9321FC4108M603407 a 9321FF4198M656284
9321FF41X8M615968 a 9321FF41X8M656276
9321FR4198M656304 a 9321FR4108M603443
9321FR41X8M603434 a 9321FR41X8M676514
9321FR4408M637036 a 9321FR4498M637035
9321FF4108M676505 a 9321FF4178M676503
9321FR4408M637036
9321FC4118M603416;
5HD1PG8118Y951284;
5HD1PR8188Y951102;
5HD1PR81X8Y951098
harley-davidson xl883 r (Foto: Divulgação) o modelo de 2005 (Foto: Divulgação)
O segundo e o terceiro chamados são para as famílias Sportster e V-Rod. Em unidades de Street Rod de 2005 e 2006 e nas XL883, XL883 L e XL883 R feitas de 2006 e 2007 há o risco de a calça do condutor enroscar no cano de escape, vindo a ser chamuscada, eventualmente ocasionando queimadura. Veja os chassis (não sequenciais) envolvidos:
5HD1HCZ406K802816 a 5HD1HCZ496K808985
5HD1HCZ4X6K801866 a 5HD1HCZ4X6K809305
5HD4CN2107K400660 a 5HD4CN2197K439800
5HD4CN21X7K408877 a 5HD4CN21X7K439823
5HD4CR2107K404246 a 5HD4CR2197K401135
5HD4CS2107K400821 a 5HD4CS2197K440301
5HD4CS21X7K401152 a 5HD4CS21X7K440145
9324CS2107M451856 a 9324CS2197M465786
9324CS21X7M451847 a 9324CS21X7M465795

Para as XL883 e XL883 C produzidas em 2004 e 2005, o motivo do recall é a válcula de combustível, que teria sido instalada com a indicação incorreta da posição “reserva”, a qual, equivocadamente, indica a posição “normal” e vice-versa. Veja os chassis envolvidos:
5HD4CAM105K425013 a 5HD4CAM175K425218
5HD4CJM125K425952 a 5HD4CJM185K426653
Nos modelos XL883, XL883 C, XL883 L e XL883 R fabricadas em 2006 e 2007 é necessário verificar se o regulador de voltagem pode entrar em contato com o para-lama dianteiro, em decorrência de incorreção na sua espessura. Veja chassis (não sequenciais) :
5HD4CN2107K400660 a 5HD4CN2197K423239
5HD4CN21X7K408877 a 5HD4CN21X7K423914
5HD4CP2107K400329 a 5HD4CP2197K422989
5HD4CP21X7K400211 a 5HD4CP21X7K426386
5HD4CR2107K404246 a 5HD4CR2197K401135
5HD4CS2107K400821 a 5HD4CS2197K425698
5HD4CS21X7K401152 a 5HD4CS21X7K425631
E o chamado da família Sportster também envolve as XL883 e XL883 R fabricadas entre 2006 e 2007, pelo risco de o pneu instalado estar fora das especificações para esses modelos. Os chassis (não sequenciais) dos veículos envolvidos são:
5HD4CS2127K423601 a 5HD4CS2197K423644
5HD4CN2137K423821 a 5HD4CN21X7K423914
5HD4CS2107K424164 a 5HD4CS2187K424140
5HD4CS21X7K423779
Por último, essa convocação envolve XL883 R feitas em 2005, em virtude no não apagamento da luz de freio. Os chassis (não squenciais) envolvidos são:
5HD4CKM405K451031 a 5HD4CKM495K455742
5HD4CKM4X5K452199 a 5HD4CKM4X5K455426
O quarto recall é para a família Softail, envolvendo os modelos Screamin’ Eagle, Softail Standard, Heritage Classic, Fat Boy, Night Train e Deluxe, para unidades fabricadas entre 2006 e 2007. Nelas o cabo positivo da bateria pode entrar em contato com o filete de solda existente no tanque de óleo, com possibilidade de curto-circuito e eventual incêndio. Veja chassis (não sequenciais):
9321BV5107M020579 a 9321BV5197M065522
9321BV51X7M020590 a 9321BV51X7M065500
9321BW5107M032284 a 9321BW5197M072864
9321BW51X7M020580 a 9321BW51X7M072856
9321BX5107M010629 a 9321BX51X7M065475
9321JA5107M020562 a 9321JA5197M065533
9321JA51X7M020567 a 9321JA51X7M065542
9321JD5107M010664 a 9321JD5197M065582
9321JD51X7M010655 a 9321JD51X7M065591
9321JA5107M065548 a 9321JA5197M065550
9321JA51X7M065556
5HD1PT9127Y955642

Thiago On


A General Motors anunciou oficialmente o preço para o Chevrolet Sonic 2012 nos Estados Unidos: a partir de 14.495 dólares, na versão sedã, e 15.395 dólares na versão hatch. Não estranhe, pois lá os modelos hatch são mais caros mesmo.
Por esse valor o cliente leva para casa o Sonic com motor 1.8, de 138 cavalos. O câmbio é manual, de cinco marchas, e o modelo ainda vem com 10 airbags, sistema keyless e travas elétricas. Quem puder gastar um pouco mais pode optar pela transmissão automática de seis velocidades, que custa 1.070 dólares.
Existe ainda a opção do motor 1.4 turbo, que é mais potente e mais econômico, mas está disponível apenas nas versões LT e LTZ.