UM POUCO DAS NOVIDADES SOBRE AUTOMOTORES

Thiago On

 
Projeções da Nova Ecosport 2012

A Ford admite que grandes mudanças chegarão com o novo modelo de um de seus maiores sucessos de venda no Brasil que foi lançado a primeira vez em 2003. Desde o início foi um campeão de vendas. Seu estilo compacto aliado a um visual arrojado agradou muito o consumidor brasileiro. Foi o maior sucesso no seu segmento.

Em todos estes anos apenas uma vez a Ford vez uma pequena mudança em um des seus lançamentos. O modelo 2012 já promete grandes alterações em todo seu design.
Este ano trouxe grandes mudanças no visual de veículos consagrados pelo público como foi o caso do Fiat Uno que há anos seguiu seu caminho com o visual clássico e que agora, tem o design completamente modificado.

Veja a nova Eco em testes no Brasil e conheça o KUGA, que muitos acham que pode ser a Nova Ecosport 2012 ou 2013 no Brasil.

EXCLUSIVO- Flagra da Nova Ecosport 2012 em testes no Brasil (Camuflada)

O fato da Ford optar por uma mudança maior se deve em boa parte à concorrência que está chegando com ótimos modelos que competirão de frente com o EcoSport. Porém, o EcoSport já é um clássico antigo. E os modelos da concorrência é uma novidade que chega ao mercado trazendo o que o consumidor de hoje quer encontrar em um veículo. Desta forma, manter o EcoSport em seus atuais padrões é decretar a vitória dos novos modelos que conquistarão o consumidor, deixando o EcoSport presente apenas nas lembranças de alguns.

A especulação já começou quanto ao visual e alguns afirma que ele traz sua aparência bem semelhante do utilitário Kuga.

O projeto B515, como foi batizado pela própria Ford, faz parte da família B2E, onde se pode incluir o Fiesta europeu, precisa surpreender o mercado. E o primeiro passo, é chegar com um visual arrojado.
Outra mudança será nos motores, o EcoSport 2012 pode chegar ao mercado com os motores Sigma, fabricados no Brasil com a tecnologia Flex.

A Ford já vem mudança sua meta para a produção de carros globais, veja o caso do novo Focus. Também o novo Fusion e o novo Fiesta que está chegando ao Brasil.

O EcoSport 2012 será vendido também nos Estados Unidos e caberá à fábrica mexicana a produção para atender o mercado americano. Camaçari na Bahia atenderá o forte mercado da América Latina.
Alguns detalhes, como o estepe na parte traseira, serão exclusivos do Brasil. O mercado americano e o mercado europeu receberão o EcoSport 2012 com o estepe sob o assoalho.

O novo Fusion e o novo Focus são vendidos no exterior igual aos que são vendidos aqui no Brasil.
Mas o EcoSport 2012 trará outras mudanças, como suspensão modificada para ter mais resistência sem tirar o conforto do passageiro e algumas outras mais. Seu preço ainda não foi informado mas estamos atentos a esta e outras informações.

Thiago On


A Honda apresentou nesta sexta-feira (23) a nova CBR 1000 RR 2012. Após muita expectativa do setor, a marca realizou seu lançamento mundial mostrando as novidades empregadas na motocicleta. As principais mudanças ocorreram no visual da CBR 1000RR, que recebeu novas carenagens e novo conjunto óptico. De acordo com a Honda, as alterações otimizaram sua aerodinâmica.

Fireblade 2012 tem visual renovado  (Foto: Divulgação)


Em sua mecânica, a Honda alterou o mapeamento da injeção eletrônica, deixando o sistema mais homogênio. As suspensões também receberam modificações, tanto no garfo dianteiro como no monoamortecedor traseiro, o que, segundo a Honda, melhoraram a tração e comportamento da motocicleta. O motor é o mesmo quatro cilindros em linha, que atinge 178 cv de potência máxima.
Para completar, a marca renovou o painel de instrumentos e colocou novas rodas de alumínio. Sobre a chegada da moto ao Brasil, a Honda afirmou que ainda não tem data para o lançamento da moto no país.
Na traseira, a Fireblade recebeu nova lanterna (Foto: Divulgação)
 
Entre as novidades está o novo painel (Foto: Divulgação)

Thiago On

A Troller apresentou nesta sexta-feira (23) em São Paulo o T4 Desert Storm, série limitada a 45 unidades – das quais 25 já foram vendidas. Com mesmo conjunto mecânico da versão “comum” do jipe, mas com pacotes de acessórios e apetrechos estéticos mais generosos, o modelo chega às concessionárias da marca com preço sugerido de R$ 96,9 mil.

troler t4 desert storm (Foto: Divulgação/Ford)Troler T4 Desert Storm terá apenas 45 unidades produzidas (Foto: Divulgação/Ford)

Oferecido unicamente na cor Bege Atacama fosco, o Desert Storm tem para-choques exclusivos, “peito de aço”, protetor de lanternas, ponteiras off-road com manilha, capa do estepe com grafismo exclusivo, além de snorkel e guincho com capacidade de 4,6 toneladas. O interior tem a mesma cor externa e os bancos são protegidos com capa de neoprene.

troller t4 desert storm (Foto: Divulgação/Ford)Troller T4 é comercializado apenas na cor Bege Atacama fosco (Foto: Divulgação/Ford)

O modelo com tração 4x4 (com reduzida) é equipado com motor 3.0 turbodiesel que desenvolve 163 cavalos de potência a 3.800 rpm e torque de 38,7 mkgf entre 1.600 rpm e 2.200 rpm. A transmissão é manual de cinco velocidades e os freios são a disco. As rodas são alumínio e os pneus 255/75 R14 AT. Entre os itens de conforto, ar-condicionado, direção hidráulica e trio elétrico.
Linha 2012
Para a linha 2012 do T4, a Troller, que pertence à Ford, anunciou duas novas cores (azul e branco), totalizando nove cores de carroceria e outras 11 de capotas (são 99 combinações possíveis), além de possibilitar ao cliente que ele escolha qualquer outra cor. “Se quiser um T4 da cor do esmalte da unha, a gente faz”, explica Clara.

troller t4 desert storm (Foto: Divulgação/Ford)Troller T4 Desert Storm custa R$ 96,9 mil (Foto: Divulgação/Ford)

Outra novidade é a garantia de 2 anos, sem limite de quilometragem. “É uma tentativa de fidelizar ainda mais nosso cliente. Atualmente, o índice da Troller é de aproximadamente 40%, o que é muito positivo”, revelou a supervisora. O T4 2012 chega às concessionárias com preço sugerido de R$ 93.227.

Novos produtos?
Questionado sobre a possibilidade de a marca oferecer um novo modelo, Wilson Vasconcellos, gerente geral da montadora, preferiu não dar uma resposta definitiva. “Estamos trabalhando para a Troller ter um futuro. E ela terá um futuro”, disse. A marca trabalha em sintonia com a Ford, utilizando parte da engenharia e da estrutura da quarta maior montadora do Brasil, como a pista de testes em Tatuí, interior de São Paulo.

troller t4 desert storm (Foto: Divulgação/Ford)
Mercado
A Troller comercializou cerca de 1.300 unidades do T4 em 2010. Para este ano, a expectativa é de que as vendas ultrapassem a marca dos 1.500 carros. “Isso significa vender tudo o que produzimos atualmente”, revelou Vasconcellos. Com uma linha de montagem em Horizonte (CE), a Troller fabrica seis unidades por dia.

A marca tem 18 concessionárias em todo o país. “Nosso objetivo é chegar aos 23 pontos de vendas em até dez meses e, posteriormente, saltar para 30 lojas”, explica Vasconcellos, que rechaçou a possibilidade de dividir concessionárias com a Ford. “A ideia é consolidar cada vez mais a marca”.

Thiago On

A Nissan confirmou nesta quarta-feira (21), durante o lançamento oficial do compacto March em San Diego, nos Estados Unidos, que o sedã Versa chega ao Brasil em novembro. O preço exato não foi divulgado, mas ele não vai passar de R$ 36 mil na versão de entrada, com motor 1.6, segundo a montadora. Versa é o nome dado à linha Tiida nos EUA e em outros países. No Brasil, o Tiida sedã atual parte de R$ 44,5 mil, com motor 1.8, de acordo com o site da Nissan.
Nissan Versa (Foto: Divulgação)Nissan Versa (Foto: Divulgação)
O novo carro, que também é produzido no México, vai adotar o nome Versa também no mercado brasileiro. Mas a montadora não confirma que o nome Tiida deixará de existir na família de sedãs no país. O sedã compacto foi lançado em janeiro deste ano no mercado norte-americano.
"Será o mesmo Versa que esta à venda aqui nos Estados Unidos", adiantou a gerente de marketing da Nissan no Brasil, Ana Serra. Sem revelar mais detalhes do modelo que chegará ao país, ela confirma, no entanto, que o Versa sofreu adaptações para o mercado brasileiro.

Thiago On


Editora Globo
Volkswagen do Brasil confirmou que a Amarok automática chega ao país no primeiro semestre de 2012
A Volkswagen da Argentina divulgou na noite da última terça-feira (20) as primeiras imagens da (aguardada) versão automática da picape média Amarok. E segundo os parceiros do Autoblog Argentina, a nova versão chega às lojas "hermanas" nos primeiros dias de janeiro, equipada com uma sofisticada transmissão automática de oito marchas fornecida pela alemã ZF. A Volkswagen do Brasil confirmou que a versão chega ao país no primeiro semestre de 2012.

A variante automática da Amarok foi apresentada na semana passada, na abertura do Salão de Frankfurt (Alemanha). Na Argentina, o modelo mostrado usa a nomenclatura BlueMotion, conceito criado para transmitir a ideia de um veículo "ecologicamente correto". No Brasil, a Amarok provavelmente não terá esse sufixo. Também não está confirmado se o moderno motor 2.0 TDI (diesel) biturbo terá 180 cv de potência, como anunciado em Frankfurt.

Editora Globo

O bloco 2.0 TDI biturbo é o mesmo já oferecido no Brasil na atual versão topo de linha Highline da picape. Só que na variante com câmbio automático, esse motor gera 17 cv de potência a mais – nos modelos à venda no mercado brasileiro, o propulsor produz 163 cv de máxima. O que está confirmado é que a Amarok automática terá a poderosa tração 4X4 (4Motion), com opção de bloqueio do diferencial central e caixa de reduzida – há um botão seletor para ajuste dos modos.

Editora GloboNão versão BlueMotion, a Amarok será equipada com o sistema Start/Stop, que desliga o motor em paradas curtas para economizar combustível. Segundo a fábrica alemã, a combinação da tecnologia com o motor 2.0 diesel biturbo e o câmbio automático de oito marchas resulta num consumo médio de 13,1 km/l. Outra novidade moderna é o sistema de regeneração da energia da frenagem, que é enviada à bateria também para economizar combustível.

Os parceiros do Autoblog Argentina confirmaram ainda que a Volks lançará nos próximos meses a versão 2.0 TSi a gasolina. O bloco turbinado e dotado de sistema de injeção direta produz 158 cv e um torque de 30,6 kgfm entre 3.500 e 5.500 rotações. O modelo acelera de zero a 100 km/h em 9,9 segundos e chega à máxima de 180 km/h. A VW já começou a vender a versão da picape média no Uruguai por US$ 33.900 (R$ 62 mil) – o modelo é US$ 1 mil mais em conta que a Toyota Hilux automática (R$ 63,7 mil).

Thiago On


R 1200 R Classic tem um visual que remete ao passado da marca (Foto: Divulgação)
Com características de uma moto naked, destinada ao asfalto e sem carenagens, a Classic tem rodas raiadas, o que confere à moto um toque nostálgico. Suas configurações a tornam uma opção para uso urbano e na estrada. A princípio, a motocicleta será importada pela BMW e não será montada em Manaus, no Amazonas, fato que já acontece com G 650 GS, F 800 GS e F 800 R.

A BMW confirmou nesta quinta-feira (22) que inicia as vendas da R 1200 R Classic, a partir do primeiro semestre de 2012, no Brasil. A motocicleta será uma das principais atrações da marca alemã durante a próxima edição do Salão Duas Rodas, que ocorre de 4 a 9 de novembro deste ano. Equipada com o tradicional motor boxer da BMW, com os dois cilindros dispostos de maneira oposta, a motocicleta custará R$ 61,5 mil.
Apesar do visual retrô, a moto tem painel com computador de bordo (Foto: Divulgação) Este propulsor de 1.170 cm³ refrigerado a ar é capaz de gerar até 110 cv de potência máxima a 7.500 rpm, ao passo que o torque atinge 12,1 mkgf a 6.000 rpm. De acordo com a BMW, a R 1200 R Classic virá de série com computador de bordo, freios ABS, luzes de posição com LEDs e controle de tração. Em seu visual, a R 1200 R Classic remete ao passado da marca alemã, sendo uma homenagem à antiga R 1200 R.

Thiago On

A Nissan lançou oficialmente nesta quinta-feira (22) o compacto March no Brasil. O veículo que a fabricante anuncia como o primeiro carro popular japonês no país vai custar a partir de R$ 27.790, preço que corresponde à versão de entrada, com motor 1.0 16V flex, que começa a ser vendida nesta quinta. A configuração com propulsor 1.6 16V flex partirá de R$ 35.890 (confira abaixo os preços de todas as versões) e deve chegar às lojas em novembro.
nissan march san diego (Foto: Luciana de Oliveira/G1)March que vem para o Brasil foi apresentado em San Diego (Foto: Luciana de Oliveira/G1)
Nissan quer entrar no top 7O March, que já é vendido no Japão e em outros mercados - em alguns tem o nome de Micra -, é a grande aposta da Nissan para aumentar sua participação no mercado brasileiro para 5% até 2014. Em março passado, a marca chegou a 2%, o melhor resultado desde 2002, quando passou a atuar no país. Para este ano, o objetivo é atingir os 3% do mercado brasileiro, ficando entre as sete principais montadoras do país - atualmente é a 12ª colocada no ranking de vendas. "Vamos passar da segunda para a primeira divisão", diz o presidente da Nissan no Brasil, Christian Meunier.
nissan march san diego (Foto: Divulgação)Compacto já está à venda na versão 1.0; a 1.6 deve chegar em novembro (Foto: Divulgação)
O  executivo confirmou os planos de construir uma nova fábrica no país, mas não revelou o local onde ela será erguida e nem confirmou se a unidade vai fabricar o March -o carro que começa a ser vendido nesta semana vem do México. A nova unidade terá capacidade para produzir 200 mil veículos por ano.
nissan march (Foto: Divulgação)Painel de instrumentos do March é compacto
(Foto: Divulgação)
Itens de sérieTodas as versões do March são com cinco portas e câmbio manual. Para enfrentar a concorrência pesada dos outros hatchs, ele vem de série com airbag duplo (motorista e passageiro) e tem direção elétrica como opcional para todas as versões. O porta-malas de 265 litros, no entanto, é um dos menores entre os hatchs de cinco portas que lideram em vendas — só ganha do GM Celta.

Também são itens de série do compacto ajuste de altura do banco do motorista e computador de bordo, entre outros. O ar-condicionado é opcional para o modelo de entrada -aparece no pacote Confort, que eleva o preço para R$ 31.990 e inclui a direção elétrica. Todas as versões S já vêm com esses equipamentos.
O motor 1.0 16V bicombustível desenvolve até 74 cavalos de potência a 5.850 rpm e torque de 10 mkgf a 4.350 rpm. De acordo com a montadora, os índices de consumo no perímetro urbano ficaram em 9,5 km/l (álcool) e 14,2 km/l (gasolina). Já o bloco 1.6 16V flex desenvolve 111 cv a 5.600 rpm e torque de 15,1 mkgf a 4.000 rpm. Os números de consumo na cidade, ainda segundo a Nissan, foram de 8,8 km/l (álcool) e 13,3 km/l (gasolina).

Preços:
Nissan March 1.0 -
R$ 27.790
Nissan March 1.0 Plus - R$ 28.490
Nissan March 1.0 Confort - R$ 31.990
Nissan March 1.0 S - R$ 33.390
Nissan March 1.6 S - R$ 35.890
Nissan March 1.6 SV - R$ 37.990
Nissan March 1.6 SR ('esportivo') - R$ 39.990

Sedã Versa também virá
Os detalhes da versão brasileira do March foram dados em San Diego, nos Estados Unidos, onde a Nissan também anunciou a vinda do seda Versa para o Brasil, em novembro, custando até de R$ 36 mil, na versão de entrada, com motor 1.6. Versa é o nome dado à linha Tiida nos EUA e em outros países. No Brasil, o Tiida sedã atual parte de R$ 44,5 mil, com motor 1.8.
O novo carro, que também é produzido no México, vai adotar o nome Versa também no mercado brasileiro. Mas a montadora não confirma que o nome Tiida deixará de existir na família de sedãs no país.
"Será o mesmo Versa que esta à venda aqui nos Estados Unidos", adiantou a gerente de marketing da Nissan no Brasil, Ana Serra. Sem revelar mais detalhes do modelo que chegará ao país, ela confirma, no entanto, que o Versa sofreu adaptações para o mercado brasileiro.
Nissan Versa (Foto: Divulgação)Nissan Versa também chega em novembro (Foto: Divulgação)
Parceria com estudantes no Brasil
Em apresentações para jornalistas brasileiros no Centro de Design da Nissan em San Diego, executivos da montadora afirmaram que a marca tem muitos planos para o Brasil após os lançamentos do March e do Versa. Uma futura versão da Frontier Attack está em projeto. A atual começou a ser vendida especialmente no Brasil, no semestre passado. Havia três anos que a Frontier não era mais comercializada como Attack.
Um grupo de designers do centro da Califórnia visitou o Brasil, para conhecer melhor o mercado e os desejos do consumidor local. "É um país com muito potencial, que está crescendo loucamente, e a Nissan ainda tem uma participação pequena, mas queremos mudar isso rapidamente", diz o gerente do Centro de Design, Richard Plavetich. "Por isso estamos ouvindo as pessoas não só nas ruas, mas também os estudantes de design [do Brasil], porque esses jovens podem entender e passar os anseios, o conhecimento do consumidor de uma forma que nao conseguiríamos entender sozinhos".

Thiago On

Oswaldo Palermo
Chevrolet Cruze em exibição na parte exterior de uma loja de SP duas semanas antes do lançamento oficial
O mais novo modelo da Chevrolet já está à venda em território nacional. Com motor 1.8 16 V de 144 cv de potência e torque de 18,9 kgfm, o Cruze desembarca nas concessionárias com preços que variam entre R$ 65.000 e R$ 83.700. O sedã, que será apresentado oficialmente à imprensa brasileira na próxima semana, na Alemanha, é a aposta da montadora americana para substituir o Vectra em seu portfólio.

A versão de entrada, LT, é oferecida a partir de R$ 65 mil, e traz câmbio manual de seis velocidades, ar condicionado, rodas aro 17 com pneus 225/50, trio elétrico, controle de estabilidade (ESP), freios ABS com EBD e controle de tração. Os interessados podem aproveitar também a oportunidade do test-drive, oferecido em algumas das lojas GM.
Oswaldo Palermo
Sedã substituirá Vectra, com motor 1.8 16 válvulas
É bom também fazer uma pesquisa de preços prévia. De acordo com apuração de Autoesporte, os valores da versão top de linha LTZ, com câmbio automático de 6 velocidades, variam entre R$ 76.900 e R$ 83.700. O preço inclui rodas aro 17 polegadas com design diferenciado, direção assistida, central multimídia com tela de 7" e seis airbags, além, é claro, dos itens disponíveis na versão LT.
 
Mas quem deseja levar o carro para garagem ainda deverá contar com uma pequena dose de paciência. Segundo funcionários de concessionárias ouvidas por Autoesporte, as compras com pronta entrega só começarão na segunda-feira (9). A maioria das lojas trabalham com pré-venda. O preço do sinal para a reserva é variável, mas pode chegar a 10% do valor total do veículo com entrega prevista para as próximas semanas.
Oswaldo Palermo
Além de ser exibido nas lojas, o Cruze também já está disponível para test-drive em algumas concessionárias

Thiago On

Guilber Hidaka
Geada supera os 10 cm de altura durante as manhãs frias de São Joaquim (SC)
Lembro como se fosse hoje da primeira vez que vi neve pela televisão. As ruas brancas, carros cobertos de gelo e as luzes da Times Square, em Nova York, encheram os meus olhos. Criança curiosa que era – e ainda sou – não hesitei em perguntar à minha mãe: “Quando vai acontecer isso no Brasil?”. Ela sentou ao meu lado e disse: “Muito difícil, meu filho”. Hoje, como jornalista, compartilho com meus colegas certa inveja das revistas europeias e americanas, que encontram belos cenários com neve para fotos espetaculares em boa parte do ano. Mas como encontrar neve neste país tropical ou, no máximo, subtropical? Difícil é, mãe, mas não impossível...

Quem nasce na Serra Catarinense, um dos lugares mais frios do Brasil, está acostumado com uma vida, digamos, pouco brasileira. Em vez de castelinhos de areia, o negócio das crianças é fazer bonecos de neve. Onde? Nas cidades de São Joaquim, Urubici, Urupema e Bom Jardim da Serra. Autoesporte passou três dias na região em um dos finais de semana mais frios do ano, quando a temperatura bateu 7º C negativos. A bordo de um Land Rover Discovery 4 TDV6, desbravamos 850 km, saindo de São Paulo com uma temperatura de 18º C e fomos recebidos por 10º C, o que os catarinenses da serra consideram ameno.

Guilber Hidaka
Termômetro marca 0º C, enquanto estalactites se formam na grade dos carros
Os caçadores da neve perdida
A noite cai, e a expectativa toma conta de São Joaquim no sábado, com previsão de neve. Cinco passos na rua são suficientes para ouvir a palavra “neve” ao menos uma vez. Bonecos feitos de gesso imitam os que estamos acostumados a ver só em filmes. Eles estão espalhados por todas as partes e, por um momento, a sensação é de estar fora do Brasil. O bom e velho Fusca no meio do cenário nos conduz à realidade novamente. Nos restaurantes e hotéis, os olhares se voltam para as janelas a todo instante, e qualquer movimento no céu é motivo para correr até a rua e tentar encontrar um floco branco vindo lá de cima. Todos – inclusive nós – estão lá para ver neve.

Guilber Hidaka
Discovery 4 coberta de gelo a -3º C
O clima da cidade é propício para o gelo cair do céu. Localizada a 1.353 metros de altura em relação ao mar e em uma linha onde passam ventos frios vindos da Cordilheira dos Andes, São Joaquim tem neve de cinco a sete dias ao ano. “Apenas um ou dois dias do ano a neve é bonita, deixa os campos e as ruas branquinhas”, conta o meteorologista Ronaldo Coutinho, que largou o calor de Florianópolis para morar em São Joaquim há 13 anos. A nevasca mais bonita dos últimos tempos foi em agosto do ano passado, quando nevou por dez horas seguidas. “Isso acontece, em média, a cada cinco anos”, diz.

A viagem para a rota do frio fica ainda mais interessante quando se chega à região via Florianópolis (distante 227 km de São Joaquim) pelas curvas fechadas da Serra do Rio do Rastro, alvo da neve todos os anos, entre as cidades de Lauro Muller e Bom Jardim da Serra. Dali até Urubici, placas com o aviso de “gelo na pista” fazem a gente se sentir na Europa. A escrita em português e os carros nacionais lembram que, por mais incrível que pareça, estamos no Brasil. “Quando neva e concentra gelo na pista, as estradas na serra ficam fechadas. O risco de acidente é muito grande”, afirma Varlei Mariot, dono de um bar na região há mais de 20 anos. Até mesmo a vegetação é semelhante à europeia, com tom amarelado, muito diferente da mata atlântica servida de muita chuva e sol em grande parte do Brasil. E nada da bendita neve...

Guilber Hidaka
Bonecos de neve estão por toda a cidade de São Joaquim e há até locais para esquiar na região
Quer ficar ainda mais maluco? Placas de clubes e parques da região anunciam a possibilidade de esquiar e até mesmo praticar snowboarding. Inacreditável! Procurar hospedagem, porém, não é tarefa fácil. Urubici e Urupema dispõem apenas de pousadas, e São Joaquim, a mais estruturada, tem apenas 1.200 leitos. Onde os turistas dormem quando acabam os quartos? No carro. “Vamos acabar com isso e nos tornar referência em turismo de frio”, conta o prefeito José Nérito. A inspiração é Campos do Jordão (SP), e a vantagem é a quantidade de dias com temperatura muito abaixo de zero e neve que aparece de vez em quando. No inverno, a cidade recebe 50 mil turistas, em sua maioria de Santa Catarina e do Paraná.

Como não frustrar quem vem em busca da tal da neve? A prefeitura aposta em uma máquina de neve artificial seminova, trazida do Canadá. No dia de sua estreia, infelizmente, só funcionou mais de cinco horas depois do previsto, quando não havia mais turistas na rua. Poucos flocos caíram do céu. Mais uma vez, fomos dormir frustrados em busca da neve.
Fogo sob o tanque

Carros atolados no gelo ou parados por conta do frio são comuns, principalmente quando as nevascas bloqueiam estradas. Presenciei um Gol 2011, alugado por um turista de Fortaleza (CE), que não ligava após uma madrugada de -4º C. “Não é possível que a locadora deixe o carro sem antidescongelante. Peguei o carro em Gramado (RS), onde também é muito frio”, lamentava o empresário João Braga. Sobrou para o mecânico Ederson Figueiredo, acostumado a salvar os turistas desprevenidos de São Joaquim.

Guilber Hidaka
Mecânico conversa com turista nordestino, enquanto carro fica exposto ao sol para aquecer a água do motor (1). Prefeito de São Joaquim posa ao lado da máquina de neve: "De verdade ou artificial, quem vir aqui vai ver neve" (2). Meteorologista Ronaldo Coutinho trocou o calor de Floripa para viver abaixo de zero na Serra Catarinense (3). Luiz Cechinel já colocou até fogo embaixo de carro que ficou sob a nevasca durante a madrugada (4)
“É comum o óleo engrossar com o frio e a água do motor congelar. Você bate na chave e não há qualquer sinal”, conta Figueiredo. Para prevenir, os carros da região devem trocar o fluido antidescongelante do radiador a cada seis meses. “Se encontrar as mangueiras do carro enrijecidas, é sinal de que a água congelou. O melhor a fazer é deixar o capô aberto sob o sol”, explica. Caso tenha pressa, a saída é jogar água morna nas mangueiras e no motor. “Só não pode ser água fervente, pois o bloco pode rachar por conta do choque térmico”, completa.

E como resgatar um carro atolado na neve, que passou a madrugada abaixo de zero? Do jeito mais brasileiro possível. “Juntamos lenha e colocamos fogo embaixo do carro, próximo ao tanque. Só não pode ficar perto”, conta o mecânico Luiz Cechinel. Isso mesmo! Um incêndio dá conta de aquecer o combustível e todos os fluidos do carro novamente. Quando ele dá o primeiro sinal de que vai funcionar, o fogo tem de ser rapidamente controlado. “Carros a diesel são os que mais dão problemas, por conta do combustível criar uma espécie de parafina”, diz Cechinel. Há casos de trinca no bloco e até furos no coletor de admissão por conta do frio intenso. A alternativa encontrada para fazer um carro a diesel funcionar é adicionar um pouco de querosene no tanque e trocar o filtro de combustível. “Enchemos o tanque com 10% de querosene. É tiro e queda”, detalha o especialista. Correntes nas rodas ainda são úteis na região? “Foi-se o tempo que usavam esse recurso. Hoje ninguém tira mais o carro de casa quando neva muito forte, até porque as vias são bloqueadas pela polícia”, conta.

Guilber Hidaka
Anticongelante varia entre R$ 20 e R$ 50 e pode ser encontrado nos postos. Vela aquecedora é adaptada nos velhos carros a diesel e também nos caminhões. Esse tipo de motor é o que mais sofre com o frio rigoroso.
O termômetro do Land Rover marcava -3º C durante a madrugada mais fria do período que estivemos na região. O motor até ameaçou apagar na partida, mas foi firme (veja box). Quem sequer ameaçou dar as caras após três dias na região foi a bendita da neve. Eu, que nunca a vi pessoalmente, tive de me contentar com uma belíssima geada de mais de 10 cm, no belo registro do fotógrafo Guilber Hidaka na abertura dessa reportagem. Quinze anos depois daquele bate-papo com a dona Cida, minha mãe, descobri que ela tem mesmo razão. Neve no Brasil? Tem, mas é muito difícil. Vou pedir para o chefe me mandar para o Salão de Detroit, em janeiro...

Guilber Hidaka
Entrando numa fria! A neve nada mais é do que o estado sólido da água. A temperatura tem de girar em torno de 0º C (e não muito distante disso) para que ela seja criada em uma região propícia. “São diversos fatores, e o tempo úmido contribui. Quando começa a garoar, a chuva chegará até nós em forma de neve”, explica o meteorologista Ronaldo Coutinho. A chance de o turista ir para a Serra Catarinense e voltar decepcionado é grande, já que neva pouco por lá. Quer aumentar as chances? Vá para o Morro da Igreja, em Urubici, um dos pontos mais altos do Brasil, com 1.828 metros de altitude. Mas leve bastante agasalhos, pois os ventos fazem a sensação térmica superar os –20º C.

Sem medo do frio
Dois mil quilômetros de estrada, com direito a pequenas trilhas e até lagos a bordo de um Land Rover Discovery 4 HSE. O motor 3.0 V6 (245 cv e 61,2 kgfm) consumiu quase 240 litros de diesel. O farol de xenônio poderia ser mais eficiente à noite, mas não há o que reclamar do propulsor, que não teve medo nem mesmo do frio de -6º C durante a madrugada. Ele funcionou na primeira tentativa (até ameaçou oscilar) e não demorou a se firmar, enquanto o painel marcava 0º C por volta das 9 h da manhã. O comportamento é o de um verdadeiro “Bentley off-road”. O conforto dado aos ocupantes não lembra em nada um jipão e, para ele, uma “tartaruga” é o mesmo que uma pedrinha para qualquer carro popular: nada. A suspensão a ar se ajusta de acordo com a velocidade e passa segurança de um sedã. Ou seja, os ingleses ainda garantem diversão nas curvas

Thiago On

A Nissan lança nos próximos dias a série limitada Sentra Unique, com um lote de 300 unidades. Segundo a montadora japonesa, o maior diferencial dessa versão é o interior em tom claro. O preço sugerido de R$ 69.990, mesmo valor da versão topo de linha, a SL flex, e R$ 20 mil mais caro que o custo à vista da versão de entrada (conforme divulgado no site da Nissan), a 2.0 MT flex. O atual valor de tabela dessa versão mais simples, reajustado para baixo, segundo a fabricante, é R$ 52.990.
nissan sentra unique (Foto: Divulgação)Nissan Sentra Unique tem configuração topo de linha e interior em tom claro (Foto: Divulgação)
A série Unique , que será vendida apenas com carroceria preta, conta com painéis das portas e bancos de couro na cor bege, faróis e lanternas traseiras escurecidas e outros itens presentes em versões mais luxuosas da linha, como sistema que dispensa o uso de chave para abertura das portas e para a partida do motor; teto solar elétrico e câmera traseira com imagem no display do rádio.